Poema-esperança
Encontrei, parei, solvi pela garganta ressequida. solucei, se magoei, perdoai ainda este espírito insolúvel. Continuei, andei, mastiguei, senti. Tão certo deste mistério quanto as letras deste verso o são te divisei. Esperança, a lança que perfura profundo rasgando outros amanhãs. Belos? Não sei. Buracos negros? Ignoro. Apenas mergulho iluminado, por este tesouro outra vez achado o qual denominamos esperança. Cursos 24 Horas Cursos On line com Certificado Cursos Online