quarta-feira, 31 de agosto de 2016

O Final do Juizo

Hoje foi aprovado pelo Senado Federal por 61 votos a 20 o impeachment da presidenta Dilma Rousseff.



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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Lições Bíblicas - O propósito dos dons espirituais


"Assim, também vós, como desejais dons espirituais, procurai sobejar neles, para a edificação da igreja" - 1 Coríntios 14.12.

A experiência da vida cristã indica que grande parte das pessoas, nas igrejas pentecostais e neopentecostais, não sabe lidar muito bem com os recursos espirituais que Deus coloca à disposição dos crentes. A  começar pelo batismo com o Espírito Santo, há uma confusão de ideias sobre sua natureza, a forma de receber, usar, e sua finalidade.

Presentes

Os dons são presentes e não podem ser comprados. Deus nos deu o seu Filho para que fôssemos salvos. Alguém é capaz de comprar a salvação? Pode-se vender a vida eterna? Não. De igual forma os dons espirituais são presentes indispensáveis, recursos que não podem ser vendidos e nem barganhados. É o Espírito Santo quem os distribui gratuitamente e quem os recebe não tem condições de comercializá-los.

Dons são habilidades, para recebê-las basta crer e pedir com fé. Ninguém recebe dons divinos por méritos próprios, mas pelo favor e misericórdia do Senhor.

A primeira relação dos dons com a ênfase do fato que cada um é dado pelo Espírito está em 1 Coríntios 12.8-11. Este texto tem paralelo com Hebreus 2.4, que fala dos apóstolos que primeiramente ouviram o Senhor e depois transmitiram o Evangelho com Deus testificando a ação evangelística através da manifestação de sinais, milagres, maravilhas - isto é, os dons do Espírito distribuídos segundo a sua vontade.

Finalidade

Os dons têm um lugar especial no cristianismo e são muito úteis. São sempre concedidos aos crentes visando um propósito específico. Qual será este objetivo?

Há quem acredite que o cristão é batizado apenas para falar línguas. Na verdade, em princípio, a capacitação para falar línguas é apenas uma das experiências do batismo com o Espírito Santo.

O Espírito concede os dons a cada um como Ele quer, mas sempre com propósitos e finalidades especiais. O alvo divino é a edificação de todos os membros do Corpo, uma contribuição eficaz do Senhor à unidade e ao fortalecimento e expansão de sua Igreja, tanto no sentido universal como no sentido da congregação local.

Edificar ("oikodomeo"em grego): fortalecer, promover a maturidade e o caráter santo dos crentes.





O dom de língua e o amor

Paulo escreveu: "O que fala em língua estranha edifica a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja" - 1 Corintios 14.4. Não se deve proibir que o crente fale em línguas para si próprio, há o dever de ensiná-lo a controlar-se para não elevar a voz numa mensagem ininteligível que atrapalhe o curso do culto.

O crente deve ser orientado a desenvolver sua adoração individual, plena da unção do Espírito, pois essas ocasiões do falar em línguas expressam o que a alma deseja dizer a Deus em intercessões, súplicas e glorificações ao Senhor. Não é possível haver igreja edificada se os membros batizados não estiverem se edificando espiritualmente.

O amor representa a essência da vida cristã, e é absolutamente necessário, encontra lugar até mesmo entre os dons carismáticos, porém, os dons separados do amor são como um corpo sem alma. Escrevendo para os cristãos de Corinto, o apóstolo Paulo afirmou que a prática de dons sem amor não é mais do que um instrumento metálico barulhento.




Equívocos

• Os dons e a espiritualidade

Alguns crentes pensam que o batismo com o Espírito Santo é uma bênção que condiciona o crente a ser salvo. Na verdade o batismo serve para que o cristão tenha poder para testemunhar com eficácia a mensagem do Evangelho (Atos 1.8).

Se o batismo com o Espírito Santo e o uso dos dons espirituais não são bem compreendidos no seio da congregação, a ignorância relativa ao assunto tem como consequência comportamentos inadequados com relação à espiritualidade dos membros.

Por falta de conhecimento bíblico, muitos crentes acreditam piamente que os dons são sinais de grande espiritualidade e superioridade aos que o têm. Porém, não são. Os dons são dádivas divinas cuja finalidade não é tornar o seu portador uma pessoa mais espiritual. É o Espírito Santo quem santifica o crente quando este se subordina às suas orientações (João 3.5).

Corinto, cidade grega cosmopolita onde havia muita idolatria, paganismo e imoralidade, possuía uma igreja fundada por Paulo. Na Igreja de Corinto, uns falavam em línguas; outros profetizavam; outros interpretavam; outros tinham dons de curas e milagres; outros possuíam conhecimento espiritual. O apóstolo relatou que naquela congregação havia bastante manifestação de dons espirituais mas também afirma categoricamente que os crentes daquela comunidade eram carnais e meninos na fé (1 Corintios 1.7; 3.1). Um verdadeiro paradoxo à primeira vista, mas observando com atenção o texto bíblico é possível perceber que eles não compreendiam muito bem o propósito dos dons espirituais, é possível apontar que havia ali crentes invejosos, crentes promotores de contendas e dissenções lançando irmãos contra irmãos, crentes que consideravam-se superiores aos demais porque possuíam dons. Havia ali rivalidade entre grupinhos de simpatizantes de Paulo, Apolo, Pedro e Jesus.

• Os dons e a individualidade

Infelizmente, muitos crentes pentecostais não estão mais sendo usados pelo Espírito Santo, mas estão tentando usar o Espírito Santo. Vemos crentes fazendo uso errado dos dons, tentam usá-los para alcançar interesses pessoais, escalar posições eclesiásticas, como se a distribuição de dons fosse algo exclusivo de alguns crentes elitizados.

Os dons espirituais não são dados para uso interesseiro e egoísta. Devemos tomar cuidado contra as falsas manifestações espirituais.

Deus sonda os corações, conhece todas as intenções. Chegará o momento em que toda a Humanidade prestará contas com Ele sobre o uso de dons e talentos, quando repudiará para sempre aqueles que quiseram ter para si proveito pessoal de recursos divinos que devem servir de bênção coletiva. Neste dia de julgamento, muitos ouvirão do próprio Senhor a sentença de desaprovação (Mateus 7.24).

• Os dons e a coletividade

O apóstolo Pedro exortou a igreja sobre como o dom de Deus deve ser administrado. Usou a figura do despenseiro, que, antigamente, era o homem de confiança do patrão, a pessoa que cuidava da sua despensa, fazendo a compra dos mantimentos, zelando pelo estoque posto à chave, mantendo o fluxo de entradas e saídas para que não estragassem, era a pessoa escolhida para preservar a saúde do chefe e de toda sua família. Os portadores de dons, são despenseiros de Deus em serviço à favor da família de Deus (Efésios 2.19; 1 Pedro 4.10, 11).

Tudo deve ser feito para a edificação da igreja. Se este não for o propósito do portador do dom, não faz sentido demonstrações vazias de espiritualidade, por mais espontâneas e interessantes que elas sejam. O único propósito do Espírito Santo ao outorgar poderes aos cristãos é sempre o de glorificar a Cristo para o benefício e o bem de todos (1 Corintios 14.17; 12.7).

Paulo registra que há nove tipo de dons, repare que não afirmou nove dons. Na igreja bem edificada, os dons são abundantes. Há palavra da sabedoria, ciência de Deus, a fé em ação, variedades de dons de curar, operação de maravilhas, profecia verdadeira, discernimento de espíritos, dons de línguas associadas à interpretação (1 Corintios 12.7-10). Todos os dons são utilizados com base no amor ao próximo, o portador dos dons os usa para abençoar seus irmãos.
Conclusão

O presente artigo tem a finalidade de incentivar os cristãos à conscientização. Se não fossem os dons espirituais, a Igreja de Jesus Cristo, representante dos céus na terra nestes últimos dias antes da Segunda Vinda de Jesus, seria apenas uma instituição meramente humana, uma associação religiosa "sem fins econômicos", por exigência legal. Os dons, ministérios e operações são componentes do estoque de um arsenal espiritual que a equipam,  ante as forças hostis que se opõem a ela, para o cumprimento de sua missão, que é a proclamação do Evangelho e inibir a ação do malígno (Efésios 3.10).

O que seria da igreja se não houvessem esses recursos sobrenaturais, dádivas importantes e necessárias que contribuem para o avanço da Igreja? Teria sido destruída. É importantíssimo que líderes e liderados se envolvam mais e continuamente na promoção do ensino bíblico quanto a origem, a natureza e o propósito dos dons espirituais na Igreja de Cristo. Pois, para que ela continue a vencer as perseguições que sofre é necessário que tenha conhecimento das armas espirituais que possui e saiba usá-las perfeitamente, só assim "as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Marcos 16.18).

E.A.G.

Fonte: http://belverede.blogspot.com.br

Lição 01 - Lições Bíblicas Jovens - 2º Trim./2015 - CPAD

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

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Quem Deseja o Episcopado Excelente Obra Deseja

EBD Lição nº 4: Pastores e diáconos

POSTED BY PR. GENIVALDO TAVARES DE MELO ON SÁBADO, JULHO 25, 2015 WITH
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 26/07/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I – QUEM DESEJA O EPISCOPADO.
II – QUALIFICAÇÕES E ATRIBUIÇÕES DOS PASTORES E DIACONOS.
III – O DIACONATO.
IV – SERVIÇO – RAZÃO DE SER DO MINISTÉRIO.





                                  Valorizar o que tem nas mãos e no coração

                                  

  
I – QUEM DESEJA O EPISCOPADO.

1.1       Excelente obra deseja.

Por algum motivo eu deixaria a relação entre episcopado e pastor meio de lado. Basta ler atentamente Ef. 4:11.

Gosto dessa expressão, episcopado, equivalente a presbítero ou bispo como a seguinte: “Excelente obra deseja”.

A diferença entre pastor e presbítero está na condição e forma de chamada. Consideremos o pedido de Paulo a Tito em 1:5 em relação a Ef. 4:11.


1.2 A chamada.

Em 1.1 excelente obra deseja e em 1.2 a chamada, portanto, está definida a diferença.

Não significa que “desejar”  represente uma pessoa oferecida.

Todos os pastores são presbíteros, mas, nem todos os presbíteros são pastores.  IPd. 5:1.

Ser pastor é ter uma chamada que reveste o seu presbitério tornando visível para a igreja mediante a atuação no governo dela.

A chamada não é uma invenção do homem; Deus chama e capacita. Atos 13.1-3.

Se alguém diz ter chamada, verifique com a igreja onde congrega se este é o pensamento do povo.  ICo 4:1. “Que os homens nos considerem...”.

1.3 O preparo.

A preparação do obreiro não substitui o dom.

Um homem preparado sem o dom não é sensível de forma suficiente para que possa alcançar os corações.

O dom não dispensa o preparo que melhora o desempenho e abrilhanta o ministério do obreiro, torna-o mais útil para o que foi chamado.


II QUALIFICAÇÓES E ATRIBUIÇÕES DOS PASTORES E DIÁCONOS.

2.1 Atribuição dos pastores.

Penso que uma das características que todos gostam de ver no seu pastor, é personalidade.  – Conjunto de características psicológicas que mostram o jeito de ser, de agir e a individualidade do past

Uma segunda característica igualmente importante é o pastor não derrapar nas próprias palavras. Todos querem perceber que a palavra na boca do pastor é sempre a verdade.

2.2 Qualificações espirituais e ministeriais.

O autor apresenta uma lista de qualificações que devem ser lidas com calma para que os alunos entendam.

Entre as qualificações o autor aponta para o conhecimento bíblico e podemos acrescentar que na medida do possível, o conhecimento seja universal.

Quando o evangelho teve inicio no Brasil, o país vivia muito abaixo da linha razoável de educação sendo, portanto, comum, ver-se pastores analfabetos, mas, cheios da graça do Senhor e de sabedoria.

O país cresceu e a maior parte da população passou a ter acesso ao curso superior, sendo, portanto, incompreensível que um pastor assuma o pastorado como deveria ser igualmente proibido alcançar cargos público como presidentes,  governadores, prefeitos e cargos nas assembleias.

2.3 Qualificações familiares.

Recomendo a leitura deste tópico com seus alunos, mas, recomendo também que antes de estabelecer juízo de valor sobre qualquer pastor por conta dos seus filhos, recomendo que considere o que disse o profeta e sacerdote Samuel ao resignar-se do cargo e o que disse sobre os filhos em comparação ao que faziam os filhos de Elí.

ISm 12:1-4 “(...) em nada nos defraudastes...”.
ISm. 2:29 “Por que dais “coices” contra o sacrifício e contra a minha oferta de manjares que ordenei na minha morada e honras a teus filhos mais do que a mim...”.  (HONRAS A TEUS FILHOS MAIS DO QUE A MIM).

Na atual conjuntura, há muitos pastores que tem filhos distanciados e isto não os impedem de continuar exercendo o ministério, porém, deve afastar os filhos rebeldes do convívio da igreja, mas, nunca da sua casa. Com amor se ganha.

Não posso deixar de comentar que há pastores que tem filhos afastados e rebeldes por verem seus pais sofrerem injustiças no ministério.  Isto não se pode esconder. Não se pode partir um bolo e impedir que todos da mesa participem dele, pelo menos um pedacinho.

Quanto a separar jovens solteiros para o ministério, principalmente se estes não exercem de fato o pastorado, fica muito estranho, já que nossa igreja sempre requereu do pastor, convivência familiar completa; que fosse casado.

Este tópico é polêmico e o professor precisa ter pulso para não entregar a sua aula para algum aluno contencioso.

2.4 Qualificações morais.

Muito rico este tópico e recomendo a leitura dividida com os alunos.
Pastor que bebe, endivida-se de maneira não justificada, trata moças e senhoras com malícia, cobiçoso, ganancioso e outros adjetivos não servem nem para ser porteiro da igreja.


III – O DIACONATO.


3.1 a 3.3 Os diáconos chamados e a qualificação.

Perceba-se que a igreja “primitiva” consolidou a nomeação de diáconos por necessidade de atendimento à mesa, ou seja, as necessidades dos membrados.

Entendo que a qualificação para ser crente, diácono ou pastor, devem ser as mesmas.

“Não entendo que o diácono seja ‘CONSAGRADO”  como alguns dizem.  A nomeação de diácono é local enquanto a igreja precisa e enquanto o nomeado permanecer fiel. Esta posição, não diminui em nada o ser diácono, salvo para aqueles que dão mais valor ao título que o próprio exercício da função.

Servir bem como diácono é gozar da confiança da igreja e do ministério que poderá abrir espaço para o bispado.


IV – SERVIÇO – RAZÃO DE SER DO MINISTÉRIO.

4.1-3 O exemplo do mestre, de Paulo e de Timóteo.

Por qual motivo homens deixam de tomar como exemplo a vida e o legado deixado pelo Senhor, por Paulo, Timóteo e dos demais pastores que com eles andaram.

Há pastores que ficam ricos, riquíssimos  à custa da benevolência do povo de Deus.

Nunca vendi uma agulha aproveitando-me dessa benevolência e até aqui, o Senhor tem me ajudado; filhos bem formados com vida confortável. Posso morrer tranquilo.

Certa feita fui convencido por uma pessoa,  gerente do banco que cuidava da minha conta à uma reunião no ginásio do Ibirapuera; era empresarial, mas, parecia um culto, com testemunho e ostentação de riquezas e conquistas. Percebi que havia muitos pastores nessa reunião que estimulava a venda de produtos em forma de pirâmide e nessa, muitos usavam a sua influência na igreja.
Quer ser ministro? Seja ministro da verdade e de verdade.

 Não se falou em mulher até aqui, por motivos óbvios sem que isto pareça desprezo à classe feminina que desde os dias de Cristo, sempre se mostrou muito útil ao ministério.

sexta-feira, 3 de junho de 2016


Rosa-dos-ventos


Quadro de marchetaria 
Técnica: marchetaria intarsia (marchetaria geométrica).
 Dimensões: 40 cm x 40 cm x 6 mm.
 Acabamento: seladora (acetinado).










Eu usei lâminas pré-compostas para realizar este trabalho.
Em seguida usei mdf  de 6 mm para servir de substrato.


Este produto está à venda em

http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-769313225-rosa-dos-ventos-_JM




sábado, 14 de maio de 2016

Coffe table





Coffe Table (mesa de centro) criada no SketcUp 2016.






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Dental Instrument Tray Placemats (25621) 
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