segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Dicas de Pintura - Pastel - parte 08

Mistura de Pastéis


Clareando

  1.     Quando precisar de cores mais claras no pastel terá de misturar a cor ao branco na superfície do papel.
  2.     Os pigmentos de pastel são combinados delicadamente com a ajuda dos dedos. Prepare-se para usar bastante os dedos. Eles são os melhores "ferramentas" para combinações em áreas pequenas.
Escurecendo
    

  1.     O preto é uma cor útil ao trabalho em pastel, pois seria impossível a obtenção de cores sem ele.
  2.     Através da experiência pessoal, você descobrirá as cores que podem ser escurecidas com sucesso pelo acréscimo do preto.



     

















    domingo, 29 de janeiro de 2012

    DICAS DE PINTURA: PASTÉIS - parte 07

    Misturas de Pastéis



    Não importando quantos pastéis você possuir - e os pintores de pastel profissionais possuem até centenas - quase sempre terá de misturá-los para reproduzir as cores observadas. A natureza nos dá nuances de cores muito mais sutis e variadas do que aquelas oferecidas pelos fabricantes de pigmentos.
       
    Clareando e Escurecendo as Cores

        Como foi mencionado antes, todas as cores de pastéis são fabricadas nas versões clara e escura. As outras variações de tom (clareza e escuridão das cores) são produzidas pelo controle de pressão aplicadas ao bastão de pastel - quanto maior for a pressão, mas sólida será a cor. Mesmo assim, você terá de clarear ou escurecer as cores por mistura. Um pálido céu azul, por exemplo, pode pedir uma combinação de azul e branco., ou azul e cinza-claro; as áreas escuras de folhagens ou sombras pesadas podem necessitar de uma mistura de azul-escuro ou preto com verde e outras cores. O preto, especificamente, é muito útil no trabalho em paste, já que as cores são brilhantes e não muito escuras. Seria difícil obter qualquer profundidade de cor sem o uso do preto.

    Método de Mistura

        Uma das técnicas mais conhecidas de misturar é a combinação. Duas ou mais cores são aplicadas sobre a superfície de trabalho e esfregadas juntas com os dedos, trapo, pedaço de lã ou implemento denominado torchon (pedaço de papel enrolado feito especificamente para esta finalidade). Se você escolher atentamente os bastões de pastéis, poderá reproduzir quase qualquer cor ou tom desta maneira. Entretanto, embora a combinação seja o método ideal para as áreas de pintura onde desejar um efeito sutil, não exagere, os excessos podem descaracterizar o trabalho.

    quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

    QUAL JESUS VOCE ADORA? - PARTE II




    Clique na imagem para ampliar.


     

    A Era da Sexualidade

       







         Os arqueólogos e antropólogos criaram nomes como a "Idade da Pedra" e a "Idade do Bronze" para identificar eras da sociedade humana por suas características mais importantes. Devido ao avanço e o status ao qual chegou o tema sexualidade em nossa atual sociedade, não seria algo raro se os antropólogos no futuro a chamassem de "Era da Sexualidade".
          Os temas sexuais nos rodeiam por todos os lados. Apelam contra nossos sentidos e nossa mente de modo quase imperceptível. Imagens que antes se limitavam a revistas vendidas clandestinamente e exclusivas para adultos, agora são exibidas diante de adultos, adolescentes e crianças em bancas de jornais e revistas e nos cartéis dos centros comerciais. Os comerciantes se valem da sexualidade para vender de tudo, desde batatas fritas até encostos para poltronas de automóveis.
    Este amplo leque de imagens sexual atenta contra nossa sociedade de várias maneiras. A mulher fica reduzida a um objeto. Se vê obrigada comparar sua própria beleza pelas imagens das mulheres que aparecem na grande mídia: mulheres alteradas mediante cirurgias e retocadas pela mão hábil do fotógrafo. Também os homens se prejudicam com este fenômeno, porque aprendem a ver na mulher um simples objeto de prazer sexual e não um semelhante digno de ser amado e respeitado.
    Nossos filhos sofrem igualmente. Os publicitários descobriram uma fórmula criativa: "Crianças que amadurecem antes do tempo". A televisão induz as meninas a usarem modas maliciosas e sedutoras que oferecem primeiro as suas bonequinhas... mas que logo se convertem em moda que as pequeninas aprendem a exigir para si mesmas.
        Não estaríamos também equivocados se nomeássemos esta era de "O Século da Matéria". Nunca o corpo humano foi tão focado, tão midiatizado, tão vulgarizado como neste tempo em que estamos.         Ora, é certo que devemos cuidar bem do nosso corpo, pois a essência humana não é só espiritual. Mas não devemos dar tanta atenção a esta escultura viva formada de ossos, carne, órgãos, pele chamada corpo. Tudo tem um limite. Nada  deve ser operado excessivamente, e os cuidados com o corpo não deve ir tão longe. Cuidemos do nosso corpo, mas não que ele seja o foco principal,  a meta a qual devamos alcançar. Este repositório em que o espírito está alojado, entretecido, não deve ser o centro principal da nossa atenção. Algo mais profundo e transcendental existe alem da matéria. Algo mais duradouro e eterno habita dentro de nós e isto não deve ser de modo algum esquecido. Para além do sangue algo resplandece mais energicamente e como um turbilhão faz tudo a sua volta aquecer e movimentar-se. Este é o espírito. O corpo é efêmero, "vaidade das vaidades; tudo é vaidade" como já dizia o pregador.


     

    Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje!!


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    Estudo Bíblico - Parte 6

    O DIA DO SENHOR



    A Trombeta Final


        Até agora temos tratado brevemente seis dos sete acontecimentos correspondentes as trombetas que se referem ao dia do Senhor. O toque da sétima e final trombeta proclama a boa notícia que os verdadeiros cristãos anelam ouvir: " ,,,(Ap 11:15) Esta sétima trombeta anuncia o estabelecimento do Reino de Deus na terra e o regresso do Senhor Jesus Cristo. Ao soar, os santos fieis que esperam no sepulcro ressucitarão como seres espirituais (1 Co 15:52) Então reinarão com Cristo na Terra durante mil anos para produzir paz duradoura entre as naçoes.
         Apocalipse 20 anuncia aquele extraordinário futuro chamado "o milénio". Você e eu devemos estar preparados  para quando este momento chegar e estudar e compreender a profecia bíblica.

     

    segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

    Falsos Geradores de Tráfego para sites


    Gerador de tráfego automático? Pura mentira.


    Autor: Luis 
    Diversos sites prometem aumentar muito suas visitas, porém, não passa de uma grande mentira, são visitas falsas, que só fazem seu blog ficar pesado. Contudo, no final das contas, você realmente recebe visitas no seu GOOGLE ANALYTICS, mas então qual o problema?

    O esquema é que ele pede para adicionar um banner, veja que ele quase implora para não editar o código, este código é um iframe com tamanho de banner, assim você não vê o que está por trás, que é um outro código que abre e reabre várias vezes cerca de 40 blogs, inclusive o seu.

    Teste mudar o código na parte width="120" para width="400" e o height="60" para height="500", faça isso e salve rapidinho e verá o que tem por trás do banner. E veja que seu blog já carregou tudo, e continua a baixar coisas sem parar na barra de status ali embaixo, são os 40 blogs carregando por trás!

    Com o banner em vários blogs ele vai gerar inúmeras falsas visitas para você, é uma corrente sem fim. Para todos que participam, não se iludam, saia dessa e vamos acabar com as mentiras na web.






    domingo, 22 de janeiro de 2012

    APRENDA TÉCNICAS DE SEO

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    Dicas de Pintura - Pastéis - parte 06

    Traços Laterais



        A melhor maneira de cobrir extensas áreas do papel na pintura em pastel é esfregando a lateral do bastão através do papel, aplicando uma grossa faixa de cor. Os traços laterais podem ser mais do que um "preenchimento". Podem ser variados, belos e expressivos enquanto traços de linhas. Muitos efeitos diferentes podem ser criados pela variação de pressão e direção do traço. Sobrepondo um traço a outro, misturando em algumas áreas e sobrepondo as cores, umas sobre as outras.
        O comprimento do bastão de pastel sempre afeta o tipo de traço sendo feito. Salvo quando estiver usando os pastéis duros, que são relativamente fortes, quase sempre terá de quebrar o bastão. Se tentar fazer traços laterais com o bastão inteiro, ele provavelmente se quebrará, e um comprimento menor oferece maior controle. Normalmente, o comprimento não deve ultrapassar 5 cm (2 pol), mas você poderá usar pedaços até menores que esses para fazer traços curtos pontudos, semelhantes aos lineares. O outro fator que afeta os traços laterais, até mais que o linear, é a textura do papel. Uma textura pesada como a do papel de aquarela irá partir o traço, produzindo um efeito de granulação, as cores depositadas apenas na parte superior da trama do papel. No papel lixo, a cor será mais densa. Se aplicar o pastel pesadamente, cobrirá o papel por completo. Fique ciente de que se for usar os traços laterais na mistura de cores, aplicando uma cor sobre a outra, a pressão inicial deve ser leve, ou o papel ficará abarrotado.




    segunda-feira, 16 de janeiro de 2012


    Teoria Musical - Acordes e Cifras




    A música é, sem dúvida, uma das mais interessantes e criativas manifestações do espírito humano. Apesar das diferenças entre uma filarmônica e um show de rock, ambos tem a mesma base: a escala musical. Além da beleza das músicas que pode produzir, a seqüência sol guarda dentro de si as relações matemáticas, associadas ao som correspondente a cada nota musical.
    O som é produzido por objetos em vibração como, por exemplo as hastes de um diapasão, o diafragma de um alto-falante ou ainda uma corda esticada e depois dedilhada. Ela vibra e produz um som. Mas nem sempre o que nós ouvimos pode ser considerado um som, ele pode ser assim dividido:
    • Som é o resultado de uma freqüência constante, ou seja, uma vibração regular.
    • Ruído é o resultado de uma freqüência não constante, ou seja, irregular.
    A percepção que nossos ouvidos têm desse som depende do número de vibrações por segundo. Para melhor demonstrar isso, tomaremos um violão! A nota é diferenciada pelo número de vibrações da corda. A esse número de vibrações damos o nome de freqüência ou tom. A escala musical correspondente, na realidade, a um conjunto de freqüências que identificam as diversas notas musicais. Concluindo, todo e qualquer barulho é uma nota, e sua classificação dependerá do número de vibrações.
    Vamos considerar, como ponto de partida, a nota produzida por uma corda que vibre 256 vezes por segundo e chamá-la de dó. A experiência mostra que se cortarmos a corda ao meio ela passará a vibrar duas vezes mais depressa e a nota produzida também será um dó, porém com a freqüência de 512 vibrações por segundo, ou seja uma oitava mais alta. O intervalo entre dois dós consecutivos contém as outras notas musicais. A esse conjunto de notas de dó a dó chama-se escala musical. Assim, é fácil perceber que temos várias escalas musicais que se diferenciam por tons mais graves e agudos.
    Sabe-se que o ouvido humano é sensível a sons emitidos com a freqüência entre 16 e 20.000 vibrações por segundo. A tabela abaixo mostra o número de freqüências de notas musicais audíveis nesse intervalo. É interessante notar que:
    • Cada linha da tabela corresponde a uma escala musical. Observe que uma nota qualquer de uma escala repete-se oito notas adiante, por esse motivo uma nota de uma determinada escala é chamada oitava da mesma nota na escala anterior.
    • Cada coluna da tabela contém um número de oitavas. Note que as freqüências das oitavas de uma determinada nota musical formam uma progressão geométrica de razão 2.
    Sol
    16
    18
    20
    21,3
    24
    26,7
    30
    32
    36
    40
    42,6
    48
    53,4
    60
    64
    72
    80
    85,2
    96
    106,8
    120
    128
    144
    160
    170,5
    192
    213,5
    240
    256
    288
    320
    341
    384
    427
    480
    512
    576
    640
    682
    768
    854
    960
    1.024
    1.152
    1.280
    1.364
    1.536
    1.708
    1.920
    2.048
    2.304
    2.560
    2.728
    3.072
    3.416
    3.840
    4.096
    4.608
    5.120
    5.456
    6.144
    6.832
    7.680
    8.192
    9.216
    10.240
    10.912
    12.288
    13.664
    15.360
    16.384
    18.432
    Qualidades do som
    • Altura é a qualidade que nos permite classificar os sons em agudos(altos) e baixo(graves).
    • Graves com a freqüência menor, mais "grossa", como a voz masculina.
    • Agudos com a freqüência maior, mais "fina", como a voz feminina.
    • Intensidade é a qualidade que nos permite um som forte de outro mais fraco, ou que podemos chamar de "volume".
    • Forte de amplitude maior, como o ronco da motocicleta.
    • Fraco de amplitude menor, como zumbido de um inseto.
    • Timbre é a qualidade que nos permite distinguir os sons de mesma altura e de mesma intensidade, mas emitidos por fontes distintas.
    Música = Arte científica de combinar os sons de modo agradável ao ouvido, obedecendo aos critérios do ritmomelodia e harmonia.
    Rítimo = São movimentos em tempos fracos e fortes com intervalos regulares. O rítimo faz a música andar.
    Melodia = Sucessão rítmica, ascendente ou descendente de sons simples, a intervalos diferentes e que encerram certo sentido musical. A melodia faz a música ter vida.
    Harmonia = São notas diferentes executadas juntas em conformidade ou em harmonia entre si formando uma cossonância lógica. Sua função é dar vida a música.
    Em síntese, a música é feita pela execução de acordes diferentes, mas que tenham coerência entre elas.
    Os Acordes
    Antes de tudo, quero deixar uma coisa bem definida: Nota é diferente de Acorde pois:
    Nota = É a menor divisão de um acorde, ou seja qualquer barulho é uma nota.
    As notas, por sua vez, estão contidas dentro de uma série de oito notas musicais mais conhecida como "escala cromática" com intervalos de tom e semitons entre uma nota e outra, começando e terminando com a mesma nota, Ex.: Dó, Ré, Mí, Fá, Sol, Lá, Sí,Dó.
    Acorde = É a união de várias notas, em harmonia, formando assim um único som.
    Os acordes podem ser classificados em:
    • Maiores = São as notas puras, sem nenhuma distorção ou mistura com outras notas, ex.: C, D, E, F, G...
    • Menores = É a união de três tons e um semitom.
    • Sustenido = Faz com que a nota seja enviada seja elevada meio tom. C#m, G#, F#m, etc...
    • Bemol = Faz com que a nota seja abaixada meio tom, ex.: Bb, Ab, etc...
    • Dissonantes = É uma nota que causa uma dissonância e produz uma distorção e não condiz com o real absoluto, deixando o iniciante confuso e ao iniciante fascinado! ex.: A4, B5+, etc...
    • Consonantes = São notas que se misturam à outras, ex.: C/G, G/F, etc....
    • Tom = É a distância entre dois tons, ex.: C-D,F-G, etc...
    • Semitom = É a menor distância entre dois tons, ex.:C-C#, D-D#, etc...
    Para que todo o mundo falasse a mesma linguagem na música, foi desenvolvido um sistema, que consiste em representar as notas e os acordes pelas letras do nosso alfabeto, em qualquer parte do mundo a representação será a mesma. O gráfico mostra o acorde(acima) e a nomenclatura(abaixo).
    Sol
    C
    D
    E
    F
    G
    A
    B
    Formação de acordes
    Os acordes são formadas pela parte melódica e pelo baixo.
    • Melodia parte do acorde formada pela união de graus como veremos a seguir.
    • Baixo parte do acorde cuja função é de dar "peso" na música.
    Notas
    C
    D
    E
    F
    G
    A
    B
    Graus

    Sendo assim, montaremos o acorde de Dó como exemplo. Todo acorde é formado pelos 1a, 3e 5a graus, ou seja, Dó é formado por C, E e G, e todas os outros acordes são formados da mesma maneira.
    Portanto guarde estes números: 3 e 7. Estes números são da 3ª e da 7ª de todo e qualquer acorde. Terça maior para acordes maiores; terça menor para acordes menores, sétima maior para acordes maiores e sétima menor para acordes menores. Veja a seguinte progressão harmônica:
    C7M
    F7M
    Em7
    Am7
    Dm7
    G7
    C7M
    C-E-G-B
    F-A-C-E
    E-G-B-D
    A-C-E-G
    D-F-A-C
    G-B-D-F
    C-E-G-B
    Observe nos três últimos compassos do exemplo acima: (Dm7,G7,C7M). A 3ª nota do acorde de Dm7 (F) torna-se a sétima do acorde de G7. A 3ª nota do acorde de G7 (B) torna-se a sétima do acorde de C7M. Daí a regra: Três vira sete e sete vira três, e assim por diante.
    Dissonantes
    Dissonantes são acordes com alteração de graus na sua formação, são elas que dão o brilho na música. Os acordes são formados através dos 1o, 3o e 5o graus da escala, e agora veremos que todos os graus presentes entre eles são considerados dissonantes.
    Vamos a escala de C(dó).
    Notas
    C
    D
    E
    F
    G
    A
    B
    Graus
    1ª
    3ª
    5ª
    Ou seja, o acorde de C é formado pelos graus 1o , 3e 5o ou seja, C, E e G! Agora :C, E e G# formam a C5+ pois o 5o grau foi aumentado em meio tom. E para montar uma dissonância menor é só diminuir o grau! Assim:
    1ª, 3ª e 5ª formam o C, mas se baixarmos a 5ª em meio tom será um C5-
    Consonantes
    Consonante é o acorde com alterações no seu baixo, ou seja, as dissonantes tem alterações nos graus de sua formação; já as consonantes no seu baixo. Basta apenas trocar o baixo original pela nota que se deseja. Assim: C= 1ª , 3ª e 5ª graus mais o baixo em C, se você deseja fazer um C/B é só fazer a melodia de C= 1ª , 3ª e 5ª graus e ao invés de fazer o baixo na nota C, fazer no B.
    Relativos
    Se observarmos atentamente notaremos que as mesmas notas que formam a escala de dó maior são as mesmas que formam a escala de lá menor, bem como as notas da escala de sol maior são as mesmas da escala de mi menor. Portanto, são tons relativos:
    Dó maior e Lá menor
    Dó# maior e Lá# menor
    Réb maior e Sib menor
    Ré maior e Si menor
    Mib maior e Dó menor
    Mi maior e Dó# menor
    Fá maior e Ré menor
    Fá# maior e Ré# menor
    Solb maior e Mib menor
    Sol maior e Mi menor
    Láb maior e Fá menor
    Lá maior e Fá# menor
    Sib maior e Sol menor
    Si maior e Sol# menor
    Toda tonalidade maior tem como seu tom relativo uma tonalidade menor, e toda tonalidade menor tem com seu tom relativo uma tonalidade maior.

    Fonte: Originalmente, este artigo estava publicado em http://acustico.adoracao.com.br/teoria/index.htm, porém infelizmente, este endereço não é mais válido


    COMO FUNCIONA A SERIGRAFIA (SILKSCREEN)


    Pensando bem, é incrível como hoje é fácil imprimir qualquer coisa em uma folha de papel e como é difícil imprimir em tecido. Qualquer pessoa pode comprar uma impressora a laser ou uma impressora jato de tinta por uma certa quantidade de reais e imprimir documentos o dia todo com velocidades de até 10 páginas por minuto. Por outro lado, seria muita sorte conseguir imprimir uma camiseta a cada cinco minutos. A máquina também é bem mais cara e você teria que fazer cada uma delas a mão.
    Na técnica tradicional de serigrafia, você deve começar com uma moldura de madeira quadrada mais ou menos do tamanho da camiseta. Nesta moldura, você deve esticar ao máximo um pedaço de tecido puro (que originalmente era a seda, e hoje é o poliéster), esta é a tela. Neste tecido, coloque uma folha fina de plástico e, nela, faça buracos onde você quer que a tinta apareça na camiseta. Você pode cortar cada buraco com um bisturi ou usar um revestimento plástico líquido que é sensível à luz ultravioleta e "cortar" os buracos com luz.
    Em seguida, coloque a camiseta em uma tábua plana e pressione a tela sobre o tecido. Ao cobrir a tela com uma tinta espessa utilizando uma esponja, a tinta passa pela tela e se imprime na camiseta. Para desenhos multicoloridos, você deve fazer isso diversas vezes, começando pela cor mais clara até chegar à mais escura.
    Uma alternativa é utilizar transfers iron-on. Geralmente você os encontra em lojas de camiseta na praia e em outros locais turísticos. A loja pode oferecer centenas de motivos e transferir com ferro o desenho que você escolher para a camiseta. O desenho é criado com tintas termoplásticas finas em um fundo de papel. Ao aquecer o desenho, ele é impresso no tecido da camiseta.
    Mais links interessantes:

     


     








    domingo, 15 de janeiro de 2012