terça-feira, 31 de março de 2009

O Inoscente Homicídio de Ana Cláudia Silva

(O caso das 14 facadas "não premeditadas")


Eu desejaria muito que V. Sª o advogado Mauro Nacif analizasse o caso pela ótica da justiça e do direito e não apenas dando opinião própria. Ele está tratando o caso de acordo com seu próprio ponto de vista, não como conhecedor da Lei , mas como um simples leigo e outro cidadão.
Deste modo também eu posso manifestar minha opinião à respeito do caso Ana Cláudia. O Janken talvez foi mesmo tentar reatar a relação e não conduzia nenhuma faca ou revólver ao se dirigir ao apartamento onde a Ana estava com o filho. Até aceito a opinião do sr Nacif quando disse no programa da Claudete na Rede TV "A Tarde é Sua", dia 31 de março de 2009, que ele não entrou no apartamento com a intenção de matar a namorada. Mas ao ver que ela atendia ao celular e as palavras que proferia, desde aquele momento ele já não era mais o mesmo Janken.
Já não tinha mais a paz de espirito (se é que a tinha) ao adentrar o recinto. Num ímpeto o seu coração se transformou. Em segundos ele já havia premeditado algo de tenebroso contra a namorada indefesa. Mas quem poderia provar que foi ela quem primeiro apanhou a faca para se defender? Quem sabe ele avançou e viu uma arma ali ao seu alcançe e então vorazmente descarregou toda a sua ira sobre o corpo da pobre indefesa? Na minha opinião (eu não sou advogado, juíz ou algo relativo) ele já havia premeditado toda aquela ação. A partir deste momento ele já não era mais aquele homenzinho "inoscente" segundo o sr Nacif afirmou no "A Tarde é Sua".
Não é preciso horas, dias ou semanas para se premeditar algo contra alguém. Pode-se muito bem, em segundos, ser projetado todo um ato monstruoso. Foi isto o que aconteceu no caso da Ana Cláudia, barbaramente tendo sua vida extinguida pelo Janken. De repente o semblante se transfigurou em fúria desesperada. Num átomo ele premeditou no seu coração ao ouvir as palavras que Ana proferia ao celular: "Você não me ama, não gosta de mim; vou acabar com tua vida!" Com isto toda a "inoscência" do Janken cai por terra e ele se torna um réu comum, um homicida que premeditou num instante tirar a vida da namorada. E por isso precisa ser julgado e condenado.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Pedaços de Luar


Minha Arte Digital

A partir de hoje estarei expondo os meus trabalhos, minha arte digital. Aprecie mandalas, paisagens e abstratos.

sábado, 28 de março de 2009


Paz na Terra

Minha canção é para que sempre
Haja luz iluminando os corações.
Que as aves não cessem o seu canto.
Meus verso são para que os desertos
Não avancem nos corações humanos
E que a água potável jamais se acabe
Nas fontes no meio dos vales.
Que as geleiras continuem
Sólidas como no princípio.
Que os campos branquíssimos
De neve sejam
Sempre como cobertores
Sobre a Groelândia, e no pólo sul
A Antárdida sempre esteja entrando numa fria.
Que o ar do horizonte seja eternamente
Saudável, e que as matas
Nunca percam este verde que inspira a própria vida.
Que os meus olhos não vejam o mar
Adentrando sobre a costa aterrorizando
As cidades dos homens.
Que o espírito dos tsunamis estejam
Para sempre adormecidos.
O mar sossegado embale apenas os seus filhos
Desde as suas profundezas e
Jamais pertubem os filhos de Adão.

Vaso Quebrado

(No dia em que o meu querido paizinho expirou e rendeu o seu espírito nas mãos de Deus.)

Eu, como cacos de um vaso quebrado qualquer,
Quem me observaria?
Que luz poderia brilhar no fim do meu túnel naquele momento?
Pois só absinto e ervas amargas sobraram para minha refeição.
Que luz do alto iluminará com seus raios dourados
Sobre este poema de versos insignificantes que nasci?
Um ancião mui avançado na idade
Se daria ao trabalho de ensinar-me profundos segredos do além?
Só assim minh'alma sossegaria por um tempo
E outra vez minha tristeza dançaria de alegria.
Um verbo ressoaria expressões de consolo.
Sim. Um verbo feito carne cujas sílabas
Compõem o eterno cântico da sabedoria.
Ele sim, poderia secar lágrimas quentes
Sobre o rosto desfigurado.
Como alcatéias de lobos loucos e furiosos
São meus pensamentos.
Bebe meu ser água pura da fonte?
Juntai os outros cacos deste mal-feito-vaso-quebrado.
Mas quem poderia reuní-los a fim de que belo vaso fosse?
A quem se indagou fugiram as palavras.
A quem se interpelou os ouvidos se fecharam.
Outra vez me vejo vaso
Quebrado, informe forma
De desunidos silêncios.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Hobby Francês

LES JOURS DE SÉMAINE
(OS DIAS DA SEMANA)


  1. Dimanche: domingo.
  2. Lundi: segunda-feira.
  3. Mardi: terça-feira.
  4. Mercredi: quarta-feira.
  5. Jeudi: quinta-feira.
  6. Vendredi: sexta-feira.
  7. Samedi, sabbat: sábado.

LES MOIS DU ANNÉE

(OS MESES DO ANO)

  1. Janvier: janeiro.
  2. Février: fevereiro.
  3. Mars: março.
  4. Avril: abril.
  5. Mai: maio
  6. Juin: junho.
  7. Juillet: julho.
  8. Août: agosto.
  9. Septembre: setembro.
  10. Octobre: outubro.
  11. Novembre: novembro.
  12. Décembre: dezembro.

LES COLEURS

(AS CORES)

  • Bleu: azul
  • Jaune: amarelo.
  • Vert: verde.
  • Rouge: vermelho.
  • Gris: cinza.
  • Châtaigne, marron: castanho, marrom.
  • Rose: rosa.
  • Orange: laranja.
  • Violette: violeta.
  • Noir: preto.
  • Blanc: branco.



quarta-feira, 25 de março de 2009

Hobby Francês

  1. Artichaut: alcachofra.
  2. Câpre: alcaparra.
  3. Ambroisie: ambrosia.
  4. Prunier: ameixa.
  5. Amande: amêndoa.
  6. Avoine: aveia.
  7. Noisette: avelã.
  8. Vanille: baunilha.
  9. Mélongène: berinjela.
  10. Oignon: cebola.
  11. Seigle: centeio.
  12. Cerise: cereja.
  13. Orge: cevada.
  14. Coriandre: coentro.
  15. Chou: repolho.
  16. Abricot, damas: damasco.
  17. Beterave: beterraba.
  18. Carotte: cenoura.
  19. Figue: figo.
  20. Haricot: feijão.
  21. Framboise: framboesa.
  22. Goyave: goiaba.
  23. Épinard: espinafre.
  24. Pois: ervilha.
  25. Petit pois: ervilha
  26. Lentille: lentilha.
  27. Citron: limão.
  28. Orange: laranja.
  29. Laurier: louro.
  30. Pomme: maçã.
  31. Mangue: manga.
  32. Melon: melão.
  33. Pastèque: melancia.
  34. Menthe: menta.
  35. Mandarine: morango.
  36. Fraise: tangerina.
  37. Navet: nabo.
  38. Nèfle: nêspera.
  39. Noix: nozes.
  40. Olive: azeitona.
  41. Palmite: palmito.
  42. Poire: pêra.
  43. Pêche: pêssego.
  44. Pickles: picles.
  45. Poivre: pimenta.
  46. Piment: pimentão.
  47. Pomme de pin: abacaxi.
  48. Radis: rabanete.
  49. Chou pommé: repolho.
  50. Grenadie: romã.
  51. Salsapareille: salsaparrilha.
  52. Pomme de terre: batata.
  53. Datte: tâmara.
  54. Tamarin: tamarindo.
  55. Thym: tomilho.
  56. Blé: trigo.
  57. Raisin: uva.
  58. Cosse: vagem.

sábado, 21 de março de 2009

Hobby Francês

CONSTRUINDO UMA CASA

Faites-vous une Maison


Porte: porta

  • Fenêtre: janela
  • Table: mesa
  • Chaise: cadeira
  • Paroi: parede
  • Cuisine, fourneau: fogão
  • Chambre, lit: cama
  • Appareille à douche: chuveiro elétrico
  • Glacier: geladeira
  • Sopha: sofá
  • Mixteur: liquidificador
  • brique: tijolo
  • Robinet: torneira
  • Bois: madeira
  • Tuile: telha
  • Solive: caibro
  • Petit soliveau: ripa
  • Plafond: teto
  • Cadre: quadro (decoração)
  • Télévision: televisão
  • Fer à passer: ferro-de-passar
  • Rideau: cortina
  • Etage: piso
  • Tapis: carpete
  • Toile métalique: tela de proteção
seu aprendizado de francês.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Hobby Francês









VAMOS AO SHOPPING COMPRAR FRUTAS E VERDURAS!




  1. Avocat: abacate.

  2. Cresson: agrião.

  3. Céléri: aipo.

  4. Citrouille, courge, potiron: abóbora, abrobrinha.

  5. Acacia: acácia.

  6. Safran: açafrão.

  7. Romarin: alecrim.

  8. Peuplier: álamo.

  9. Manioc: mandioca.

  10. Câprier: alcachofra.

  11. Laitue: alface.

  12. Aubergine: berinjela.

  13. Riz: arroz.

  14. Prune: ameixa.

  15. Luzerne: alfafa.

  16. Basilic: alfavaca.

  17. Ail: alho.

  18. Coton: algodão.

  19. Lavande: alfazema.

  20. Arachide: amendoim.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Hobby Francês

Mais frases usuais francesas

1. C'est effarant: Isto é assustador.
2. Je ne savois sur quel pied danser: Eu não sei mais o que fazer.
3. Vous etez en-deçá: Você está deste lado.
4. Je suis sur les dents: Estou apertado.
5. Si l'envie vous en prend: Se você quiser.
6. Je fais était de vous: Conto com você; gostar de.
7. Vous y êtes: É isto, adivinhou.
8. Je n'y suis plus du tout: Não entendo mais nada.
9. Il ne fait que de sortir: Ele acaba de sair.

Uma dica para os amantes da língua francesa:
Visite o site www.francoclic.mec.gov.br/branche/index.php

segunda-feira, 16 de março de 2009

Hobby Francês

A partir deste post estou disponibilizando frases usuais francesas. Você que admira este idioma e que o pratica como hobby esteja atento as atualizações. Bom estudo!


1. N'avoir cure de: Não se precoupar com...
2. Mettez-vous le couvert= Ponha a mesa.
3. À couvert: Ao abrigo, em segurança.
4. Je suis à court: Tenho pouco; preciso de...
5. Ci-aprés: Junto; em frente.
6. Ci-dessus: Acima, mais atrás.
7. Ci-dessous: Abaixo, adiante.
8. Il-y-à l'echpper belle: Escapou por um triz.
9. Combien passe-t-il? Que horas são?
10. Bras dessous: Braços dados.
11. Il serait beau voir: Seria estranho.
12. Gros bétail: Gado bovino.
13 A certains égards: De certo modo.

quinta-feira, 12 de março de 2009









A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA



Eu reafirmo a família como a célula mater da sociedade humana. Já foi dito várias vezes que quando a família vai mal, toda a sociedade padece. Quando os direitos da família são negados, e os seus valores "marginalizados", então as suas colunas são abaladas. Um aspecto tenebroso sempre está a cada dia ganhando mais espaço no seio dos lares. É a violência doméstica que é o desrespeito, o preconceito, a desvalorização da mulher, da esposa. Enquanto o ser humano não aceitar o conceito de integridade familiar jamais será a violência doméstica banida da sociedade.

Como o ciúme doentio, a infidelidade conjugal, o adultério, a violência doméstica é mais outra forma de destruir a essência do matrimônio que é a construção da família. Ela abre profundas feridas em suas vítimas. Os filhos portarão este trauma durante toda a vida. A esposa, às vezes, guardará no silêncio a sua dor e não abrirá a sua boca. Muitas vezes elas até podem aceitar aquilo resignadamente. Elas acham que "isto é da vida de casado", que é a sua cruz, que devem "sofrer por amor"...Infelizmente o machismo criou idéias preconcebidas que foram impostas nas mentes ingênuas. Uma união matrimonial não se fará de sobressaltos, com idas e vindas.

A mulher tem um potencial na sociedade. Deve haver um equilíbrio entre as duas partes, esposo e esposa, homem e mulher. Eles deverão ser uma só carne, um só corpo. Isto se inicia na afirmação da aliança conjugal entre ambos. Quando um equilíbrio é rompido, então os direitos são negado e um ou outro será subjugado, desvalorizado. A prole não padecerá menos porque também é vítima fatal da violência doméstica.

Este mal propagar-se-á como uma espiral envolvendo toda a sociedade. Uma família onde a dignidade entre seus menbros é respeitada formará a sociedade pura cujos direitos e deveres jamais serão desqualificados. É por isso que ela, a família, é o gérmen, a semente da sociedade.

É vital que a mulher busque, lute pelos seus direitos. Não se cale diante da violência que lhe é imposta barbaramente. Se não houver a denúncia, não haverá crime; onde a lei não chega não há pecado segundo a Bíblia.

Deus ao formar o primeiro casal humano, imputou-lhe direitos e deveres. Ele ordenou que aquela família enchesse toda a terra, não apenas em número e quantidade, mas que também multiplicasse o respeito mútuo, a fidelidade entre ambos. Infelizmente, há muitos casais que não se valorizam, não se consideram, e este mal da violência doméstica espalha-se mais e mais no seio da sociedade cada vez mais desfamiliarizada, banalizada. Isto não pode ficar assim. A impunidade deve ser posta abaixo. A mulher como ser humano deve reclamar os seus direitos, abrir a boca, denunciar.




terça-feira, 10 de março de 2009

POEMA NAVEGANDO


Hoje eu abri e lancei meus olhares
sobre diversos sites (obra das mãos dos homens).
Eu li as crônicas da prole dos homens abastados.
Saciedade havia em seus mesas
E o brilho de ouro e pedras preciosas
Ornamentavam os seus apartamentos.
Para eles estava disponível uma senha (mistério)
Para acessar no recinto
Onde apascentavam seus rebanhos de sonhos.
Li que haviam casas como fortalezas
Bem vigiadas pelos seus fiéis sentinelas,
E de dia e de noite as protegem.
Vi os seus rostos sorridentes
E que andavam altivos pela avenida
Da grande cidade a quem chamavam
(outro mistério) "O coração do mundo".
Ali os seus mancebos filhos dos abastados
Passeavam fogosos dentro de seres
Os quais se moviam sobre quatro rodas
E tinha olhos como de fogo.
Para onde elas se viravam aquele monte de metal
as seguiam e não olhavam para trás.
Eis que se moviam velozes como relâmpagos.
Quem poderia detê-los?
Porém a sua ferocidade era detida
Pelos sinais luminosos (ora verde, amarelo ou vermelho)
Que surgiam diante deles pelas ruas.
Estes sinais não se moviam e mostravam aos seus montes
De metal o quanto eram frágeis.
(Mas, às vezes, as visões não eram reconhecidas,
Algum de seus néscios não as entendiam
E a morte era inevitável.
Um grito saia da boca dos desesperados.
Eis que de repente meus olhos pairaram
Sobre fatos terríveis que as crônicas relatavam.
Isto sim me entristeceu deveras.
O medo e a aflição, como grandes abismos,
Separavam as almas dos príncipes ricos
Daqueles que são desprezados até pela própria morte.
Havia lágrimas escorrendo pelas minhas faces
Ao deparar-me com aqueles textos.
Uma comoção apertou-me o peito.
E me perdi num labirinto de interrogações.
As fotos estampadas ao longo das crônicas
Falavam por si só: sofrimento, desespero, angústias...
Aqueles olhos extáticos, confusos,
Interrogavam-me insistentemente:
"-Porquê?... Porquê?... O que é isto?"
Procuramos "ajuda" mas onde estão os "servidores"?
Ah! De há muito já estão "desatualizados" e foram "deletados".
Os "chats de amizade" já não existem.
Então, quem nos "conectará" a "janela" aberta para a paz?
N "e-mail" da felicidade quem fará o "login"?
A "busca" pelo amor está cada vez mais escassa.
Por acaso há quem "pesquise" este "portal"?
Quem me dera ouvir que o blog ódio "expirou"!
E que a obra do bem já foi "finalizada", que ninguém
Mais sentirá dor, ou o frio da morte a apertá-lo!
E que o "site" do mal está "bloqueado" para sempre!
Estas foram profundas interrogações
De todos os que andavam tristes.
Eles esperavam um "clic" para que a felicidade
"Abrisse" o seu "aplicativo" e todos pudessem
Fazer o "download" do amor, da união entre todos!
Estas foram terríves visões que vi diante duma porta
Como de cristal. Dela saia um brilho intenso
Que cansavam os meus olhos.
Tudo isso vi e meditei diante de um "Rio" formado
De portentosas obras de concreto e aço,
E ornamentado de praias de águas
Maravilhosas e montanhas de pedra bruta.

segunda-feira, 9 de março de 2009

POEMA DE QUANDO ESTAVA EM SÃO PAULO

Simples sou como qualdquer homem
Que mesmo dando apenas
Dois passos na vinte e três de março
Prossegue seu destino.
Simples sou como
Qualquer um que ama,
Mesmo que seja uma flor
Murcha na calçada.
Pelos pequenos parques da cidade,
Como meninos perdidos do Limbo,
Procuro o que respirar de bom,
Procuro o que ver de bom,
Procuro o que imaginar de bom...
Pelos pequenos parques verdes
Desta grande senhora
Ornada de cubos de cristal-pedra-e-aço.
Perdidos vão os silêncios
Por entre suas avenidas.
Sossobrando pelas esquinas
Eles seguem buscando como borboletas
"Pousar no meu chapéu".
Simples como algum
Poeta acadiano
Sonhando rios despoluidos
E casas de portas semi-abertas
Sem que o estranho as espreite.
Que busca uma face amiga
Dispersa na multidão destes calçadões.
No cosmo destas ruas
Simples como "Dirceu de Marília"
Juntos no "prado coberto de cabras"
Quero placidamente ser.
Simples como o viajante
De outras passadas luas
Simples como "a outra
Metade busca a outra
Metade" quero ser.
Mesmo que apenas rodeado
De "mansos rebanhos de sonhos"
Que embalam simples
Esta grande cidade.

domingo, 8 de março de 2009

SENSACIONALISMO
-O Mau do Século?-

Alguém já afirmou que o mau do século era justamente o stress. Porém na mídia secular existe também um outro mau do século qlue atormenta-nos através das revistas, dos jornais, dos livros, pela internet, de boca em boca, etc. Ele age como um vírus que intenta destruir a ética, o respeito pelo sugeito receptor, o ser humano. Um fato daqui, um acontecimento dali. Ele corre fácil nas veias da mídia, o seu veículo mais apropriado. É claro, o seu alvo são os incautos, os ingênuos, que são facilmente seduzidos por algo extraordinário, estupendo, sobre qual seja o assunto, o tema. Eles não o mastigam, não o procuram "autopsiá-lo, dessecá-lo apropriadamente e por isso são enganados.
O sensacionalismo que é este outro mau do século, cria na mente humana uma realidade falsa, virtual, um mundo mais "maneiro" de se viver. O sensacionalismo tem a propaganda enganosa como sua própria alma, o que lhe dar o vigor. Nas suas veias ela corre fácil dando-lhe vigor.
Ora se ainda não se descobriu uma fórmula eficaz contra o stress, o mesmo se diga do sensacionalismo. Quantas pessoas no mundo já não foram vítimas do sensacionalismo? Não sabemos como acabar com este mal. É algo que está "in sign" no ser humano, predador e vítima.
Há infinitos temas nos quais se pode muito bem criar um espírito sensacionalista. Tanto na ciência, na arte, nos noticiários... Ora quanta coisa já foi dita a respeito dos ETs, sobre a clonagem humana, da origem do homem, do universo... enfim a lista é extensa. Alguém procura sobressair-se, aparecer a respeito de determinado assunto. Então ele cria uma fantasia que a princípio assemelha-se a pura verdade. Mas não resiste a uma investigação mais apurada, e logo é descoberto o engodo. O problema é que ao ser descoberta a trama, muitos já tropeçaram crendo que aquilo fosse a realidade, o factual, o concreto. Ainda bem que o sensacionalismo é como uma fumaça. Com o tempo se esvai. O importante é estarmos alertas, cultivando um espírito crítico, não emprestando nossas asas a imaginação de outrem. Creio que assim teremos descoberto um bom antídoto, uma droga eficaz que aplicado em nosso intelecto nos tornará imunes e não ficaremos expostos aos engodos do sensacionalismo.

quarta-feira, 4 de março de 2009

ADAM ET EVE

A tout moment, tous les rêves ont commencé,
devant mes yeux.
Toutes les illusions prospérer sans s'effondrer,
mais le rêve demeure.
Eva, tu as été mon rêve et de la mesure du possible.
Ont été, soudainement, la muse plus sensibles,
ont été pour moi le plus sublime poème,
la plus plausible strophe où les versets
ont été les pommes d'or,
et les vers, que les arbres ne sont pas interdites.
Tout à coup, il n'a pas été de rêve
ce qui était devant moi
(la chair de ma chair et l'os de mes os).
Cette réalisation.
Parfum de pommes en provenance de entrailles de la rouge de plaisir.
Love qui a émergé dans le coeur de l'Eden,
pollen des roses célestes le mystère de ton sein a révélé.
Les quatre rivières versant
lait et de miel, en nous,
et l'éternel rêve de l'amour
si avidement est né dans les multifaces
du pays béni.
ADÃO E EVA


Num dado momento todos os sonhos passavam,
diante dos meus olhos.
Todas as ilusões ruiram sem prosperar,
mas os sonhos permaneceram.
Eva, tu eras o meu sonho bem possível.
Eras, de repente, a musa mais sensível,
eras de mim o poema mais sublime,
a estrofe mais plausível onde os versos
eram maçãs de ouro,
e as os versos, como árvores não proibidas.

De repente não era sonho
o que havia diante de mim
(carne da minha carne e ossos dos meus ossos).
Isto percebi.
Perfume de maçãs oriundos
das entranhas vermelhas do prazer.
Amores que surgiram no coração do Éden,
pólen de rosas celestiais
no mistério do teu ventre revelado.
Os quatro rios verteram
leite e mel dentro de nós,
e o eterno sonho do amor
tão vorazmente brotava
nas multifaces da terra
abençoada.
VIDA PEQUENA VIDA



A vida. Este momento
é pequeno como uuma gota
d'água no meio do mar.
É suntuoso como a estrela
Vespertina depois que o sol
Se recolhe para alem dos montes.

A vida é poema breve
De breves versos grafados,
De poucos traços deixados
Num espaço mínimo de um
papel.

É pequenina a vida
Como uma "cidadezinha qualquer"
"Que o Drummond escreveu.
Pequena como este poema
Que dela própria nasceu.

terça-feira, 3 de março de 2009





ATEÍSMO
A Crença dos que Não Crêem

O que me parece quando alguém afirma que não existe um ser supremo criador de tudo o que existe, é que ele próprio está afirmando a existência deste. Ora, ninguém perde tanto tempo negando algo que não exista. Já me explico: se nego a existência de de Deus ou seja qual for o nome usado para designar o autor da vida, então na verdade está afirmando a sua existência. Ora, o ateu nos pede uma prova e de repente a prova está nele mesmo e o tal não tem inteligência para ver isto. Ele próprio já é uma prova cabal de que um criador supremo e inteligente o criou, o projetou. É como se de repente o feitiço voltasse contra o feiticeiro, a estrada guiasse o automóvel, ou as trevas se tornassem em brilho ofuscante.
Cientistas, sábios, estudiosos, ignorantes, leigos, pobres e mendigos em suas mentes podem negar aquele que o criou. Negar sua própria existência. Negar a Deus é o cúmulo, o ápice da ignorância, o néscio em toda sua magnitude. Ora, eles dizem que não creem, que não seguem nenhuma religião e confundem-se a si mesmo. Me parece que o ateu ao negar o Autor da Vida, na verdade está reconhecendo que Ele existe. O ateu é um vazio existencial do ser humano, a crise existencial. É aquela velha indagação do ser humano: "Quem sou? De onde venho? Para onde vou?" O ateísmo torna-se então um álibi muito bem esquematizado para encobrir, não considerar, ignorar estas questões, as quais podem nos ajudar, ao invés de prejudicar-nos. Eles, os ateus, não se sentem muito à vontade diante destas perguntas. Preferem ocultar-se sob o véu da não-crença, são vítimas de si mesmo.Eles não tem compromisso consigo mesmo, não se sentem bem diante do fato de se considerar a realidade de um Criador, de um Deus Todo-Poderoso que rege os poderes do Universo. No íntimo do seu espírito o ateu na verdade está provando que está inconformado consigo mesmo. Provam assim que não se amam, são frios, insensíveis, néscios e seus caminhos tortuosos podem ocultar-lhes o laço do passarinheiro, no qual acabarão por sucumbir. Se é que já não caíram.
Ora, os ateus nos pedem a prova cabal da existência de Deus. Eu também lhes pediria a prova irrefutável, a prova final, apoiada até por experimentos científicos de que Deus não é uma realidade. A nossa volta há mais indícios da existência de Deus do que o contrário. A ciência mais o aprova do que descarta.
O não-ser não pode gerar o ser, no caos não pode surgir a ordem. Do irracional não pode advir o racional.
Que o ateísmo possa me apresentar esta prova irrefutável da inexistência divina, deste vazio teológico, mesmo provado cientificamente. Então me calaria e não prosseguiria, e me sentiria a vontade para assumir minha ignorãncia teológica.