domingo, 8 de março de 2009

SENSACIONALISMO
-O Mau do Século?-

Alguém já afirmou que o mau do século era justamente o stress. Porém na mídia secular existe também um outro mau do século qlue atormenta-nos através das revistas, dos jornais, dos livros, pela internet, de boca em boca, etc. Ele age como um vírus que intenta destruir a ética, o respeito pelo sugeito receptor, o ser humano. Um fato daqui, um acontecimento dali. Ele corre fácil nas veias da mídia, o seu veículo mais apropriado. É claro, o seu alvo são os incautos, os ingênuos, que são facilmente seduzidos por algo extraordinário, estupendo, sobre qual seja o assunto, o tema. Eles não o mastigam, não o procuram "autopsiá-lo, dessecá-lo apropriadamente e por isso são enganados.
O sensacionalismo que é este outro mau do século, cria na mente humana uma realidade falsa, virtual, um mundo mais "maneiro" de se viver. O sensacionalismo tem a propaganda enganosa como sua própria alma, o que lhe dar o vigor. Nas suas veias ela corre fácil dando-lhe vigor.
Ora se ainda não se descobriu uma fórmula eficaz contra o stress, o mesmo se diga do sensacionalismo. Quantas pessoas no mundo já não foram vítimas do sensacionalismo? Não sabemos como acabar com este mal. É algo que está "in sign" no ser humano, predador e vítima.
Há infinitos temas nos quais se pode muito bem criar um espírito sensacionalista. Tanto na ciência, na arte, nos noticiários... Ora quanta coisa já foi dita a respeito dos ETs, sobre a clonagem humana, da origem do homem, do universo... enfim a lista é extensa. Alguém procura sobressair-se, aparecer a respeito de determinado assunto. Então ele cria uma fantasia que a princípio assemelha-se a pura verdade. Mas não resiste a uma investigação mais apurada, e logo é descoberto o engodo. O problema é que ao ser descoberta a trama, muitos já tropeçaram crendo que aquilo fosse a realidade, o factual, o concreto. Ainda bem que o sensacionalismo é como uma fumaça. Com o tempo se esvai. O importante é estarmos alertas, cultivando um espírito crítico, não emprestando nossas asas a imaginação de outrem. Creio que assim teremos descoberto um bom antídoto, uma droga eficaz que aplicado em nosso intelecto nos tornará imunes e não ficaremos expostos aos engodos do sensacionalismo.

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