domingo, 31 de outubro de 2010

Blender Portable 2.63a

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

VESTIBULAR - VOCÊ AINDA ESTÁ INDECISO? AINDA NÃO ESCOLHEU O SEU RUMO?

LISTA DE DIVERSAS PROFISSÕES UNIVERSITÁRIAS DISPONÍVEIS NO BRASIL.
VOCÊ PRECISA SE DECIDIR. O VESTIBULAR ESTÁ ÀS PORTAS.


1- Administração 



  Currículo: Atividade ligada ao planejamento e gerenciamento de empresas, sejam elas públicas ou privadas. A formação profissional do administrador leva em conta conceitos e métodos originados da Economia, Psicologia, Sociologia, Matemática e do Direito.
    A carreira: Um profissional de administração pode trabalhar em diversos setores, dentro da sua área (em empresas privadas, órgãos públicos, hospitais): gerenciamento, comércio exterior, contabilidade, recursos humanos, marketing, controle de produção.
    Duração do curso: 4 anos.


2- Arqueologia


  Currículo: A arqueologia consiste na análise de ruínas históricas, vestígios de civilizações, datação de material encontrado e reconstituição de hábitos e costumes de povos desaparecidos. História Geral, Matemática, Anatomia Comparada e Antropometria são algumas das disciplinas básicas da formação do arqueólogo, além de muitas horas de estágio em campo.
  A carreira: A arqueologia oferece a oportunidade de se trabalhar em duas  frentes: a pesquisa de campo, que é literalmente o trabalho de exploração, e a pesquisa em laboratório, que consiste na identificação e análise dos mais materiais encontrados.
     Duração do curso: 3 anos


3- Arquitetura

  
   Currículo: A arquitetura executa a tarefa de projetar casas e edifícios e planejar a construção (ou restauração) de cidades, bairros ou demais obras do gênero. Para se tornar um bom profissional, o arquiteto deve ter conhecimento de Estética, História da Arte, Estudos Sociais, Cálculo, Desenho, Estruturas e Materiais de Construção e Computação Gráfica.
    A carreira: A arquitetura, além de projetos e planejamentos, permite o desenvolvimento de uma carreira voltada para o paisagismo, o design ou a restauração de antigas construções.
    Duração o curso: 5 anos


4- Arquivologia




  Currículo: Basicamente, a arquivologia ocupa-se de organizar, manter e atualizar arquivos. A informática é hoje grande aliada da arquivologia, que utiliza conceitos de Administração, História, Direito e de Técnicas de restauração.
    A carreira: o arquivologista vai estar sempre mergulhado em meio aos materiais do arquivo, selecionando-os e classificando-os, e, posteriormente, localizando-os para consulta. Pode também trabalhar com a restauração de documentos e com administração em empresas ou instituições em empresas ou instituições.
    Duração do curso: 4 anos.


5- Artes Cênicas




  Currículo: Basicamente, é o estudo da arte de entreter. A formação desse profissional é voltada para  a prática de representar, em que conhecimentos da História do Teatro se fazem necessários.
    A carreira: Pode se desenvolver no teatro,no cinema e na televisão. Estudar artes cênicas é algo que exige vocação e capacidade de comunicação, para transmitir - por meio dos personagens - sentimentos e emoções.
    Duração do curso: 4 anos


6- Artes Plásticas




  Currículo: Consiste no estudo de técnicas que aprimorem o talento para a expressão visual. São disciplinas básicas do currículo do artista plástico: História da Arte, Estética, Sociologia da Arte.
    A carreira: Permite o desenvolvimento e a expressão das idéias do artista, de forma que ele possa interpretar o mundo que o cerca.
    Duração do curso: 4 anos.


7- Biblioteconomia






    Currículo: Mais do que simplesmente catalogar livros em bibliotecas públicas ou particulares, o bibliotecário ocupa-se com a organização e o armazenamento de informações e documentos. Língua Portuguesa e Inglesa, Literatura, Métodos e Técnicas de Pesquisa são matérias básicas para a boa formação cultural desse profissional, que deverá contar ainda com matérias específicas, como Informática Aplicada à Biblioteconomia, para um desempenho satisfatório da profissão.
    A carreira: É voltada para um trabalho bastante administrativo, de análise, seleção e organização. Atualmente, o profissional também trabalha com disquetes e CDs-ROM.
    Duração do curso: 4 anos.


8- Ciências Atuariais




  Currículo: Trabalho voltado para os cálculos de seguro, fundos de pensões e planos de saúde de  uma determinada empresa. O currículo de Ciências Atuariais compõe-se basicamente de Matemática, Estatística e Processamento de Dados. Matérias como Administração, Contabilidade e Economia também serão de conhecimento desse profissional.
  A carreira: O profissional dessa área deve trabalhar em companhia de seguros ou de capitalização. Investiga problemas desse setor, desenvolve planos novos de seguros e faz auditorias especializadas.
   Duração do curso: 4 anos.


9- Ciências Contábeis




    Currículo: A contabilidade  tem como função analisar e cuidar das contas de uma empresa. Para isso, o profissional precisará de conceitos de disciplinas como Administração, Economia, Contabilidade, Direito, e ainda Português, Sociologia e História Econômica.
    A carreira: O contador trabalha com cálculos. Cuida do orçamento, do patrimônio, das transações comerciais e dos bens de uma empresa. Pode trabalhar nos setores públicos ou privado, em áreas como a contabilidade bancária ou agropecuária.
    Duração do curso: 4 anos.


10- Ciências Econômicas/Economia




  Currículo: A Economia consiste no estudo das relações econômicas. O economista precisa, para sua formação acadêmica, de disciplinas tanto na área de humanas como na de exatas: História, Sociologia, Matemática, Estatística, Contabilidade, Econometria e outras.
  A carreira: Trabalha com pesquisa sobre a produção, distribuição, acúmulo e consumo de bens materiais. O economista estuda as relações econômicas entre os diversos setores sociais, analisa tendências e estabelece regras de mercado.
  Duração do curso: 4 anos.


11- Ciências Sociais




  Currículo: Estuda as relações sociais. As Antropologias Física, Cultural, Social e Econômica; a Sociologia, em todas as suas várias abordagens (Rural, Urbana, do Desenvolvimento etc.), e a Ciência Política, que estuda as doutrinas políticas, os regimes e as formas de Estado, são as disciplinas básicas da formação do cientista social.
  A carreira:Permite que o cientista social se especialize em 3 campos: Sociologia, Antropologia ou Ciência Política.
  Duração do curso: 4 anos.


12- Cinema


 Currículo: A careira de cinema consiste em transformar as idéias e as interpretações de mundo em filmes. Historia da Arte e do Cinema são fundamentais para a formação do cineasta. Mas os cursos ainda incluem disciplinas com Técnicas de Redação, Planejamento e Administração.
  A carreira: Permite que o profissional trabalhe em setores como roteiro, cenário, fotografica, direção, montagem, sonorização e filmagem. O cineasta trabalha com filmes de ficção, documentarios, filmes publicitarios e de desenhos animados.
  Duração do curso: 4 anos 

13- Comércio Exterior





    Cúrriculo: No elenco das disciplina do curso, línguas extrangeiras têm destaque: inglês e espanhol são imprescindíveis. Incluem-se também matérias como Economia, Legislação Aduaneira e Tributária, Administração Mercadológica e Sistemática do Comércio Exterior.
    A carreira: Dentro das atribuições está o gerenciamento de transaçoes comerciais entre empresas de países diferentes e o planejamento de importações e exportações.
   Duração do curso: 4 anos.
 

14- Dança




Currículo: Consiste em estudar técnicas de movimentos corporais, que transmitam idéias, emoções e sentimentos. A teoria é fornecida por meio de disciplicnas como História da Arte, História da Dança e Filosofia.
   A carreira: Na dança, o bailarino solta sua criatividade artística por meio de movimentos corporais ao ritmo de sons, com técnica e sensibilidade. A carreira exige muito estudo e dedicação ao longo do seu decorrer, para aprimorar  as técnicas e entrar em contato com novas tendências.
   Duração do curso: 4 anos.


15- Decoração




Currículo: Consiste em estudar técnicas que criem ambientes. Espera-se do profissional que ele crie ambientes funcionais e estéticos, adequando as tendências e estilos da área conjugada às expectativas do mercado.
   A carreira: Permite que o decorador trabalhe com o projeto em si, escolhendo móveis, objetos e outros detalhes, assim como com a administração do projeto, estabelecendo o orçamento, cuidando da compra de materiais e gerenciando o pessoal. 
   Duração do curso: 4 anos.


16 - Desenho Industrial




Currículo: Basicamente, trata-se da carreira de designer, ou seja, daquele que projeta (desenha) objetos utilitários. São disciplinas fundamentais para sua formação. Desenho, Estética, História da Arte, Plástica, Psicologia, Economia, Sociologia, Matemática, Física e a ainda matérias ligadas à área visual (Televisão, Produção Gráfica, Materiais e Processos Gráficos e Técnicas  de Animação).
    A carreira: Atualmente, exige um bom domínio na área da computação gráfica. O profissional pode trabalhar em várias áreas, desde a indústria de calçados até a de automóveis. O desenhista industrial pode trabalhar com programação visual ou com criação de produtos.
    Duração do curso: 4 anos.


17-  Direito




    
Currículo: Basicamente estuda e aplica o código de leis, procurando cumprir as normas estabelecidas pela sociedade. O profissional deve ter, em sua formação básica, disciplinas como Filosofia, Economia, Lógica e Política.
    A carreira: Permite especialização dentro das seguintes áreas: administrativa, civil, comercial, criminal, trabalhista ou tributária. Além disso, o advogado pode tornar-se delegado de polícia, magistrado (juiz), promotor ou procurador público.
    Duração do curso: 5 anos. 


18- Economia Agroindustrial




    Currículo: O curso derivou da graduação de Economia e, como tal, possui em seu currículo as disciplinas básicas das ciências econômicas. As que diferenciam esse curso são as que abordam questões econômicas sobre agricultura, agroindústria, meio ambiente e desenvolvimento regional.
    A carreira: Esse profissional poderá atuar como analista de mercados agroindustriais, de certificação de atividades agroindustriais, planejamento ambiental, logística agroindustrial e outras voltadas  a essa área.
    Duração do curso: 4 anos.



 



quinta-feira, 28 de outubro de 2010

O Aspecto Físico de Jesus

Como era Jesus fisicamente? Não há relatos bíblicos suficientes para se ter uma idéia de Sua aparência. Há somente uma profecia de como ele seria quando estivesse sofrendo na cruz (Isaías 52.14 e 53.2-3). Porém, políticos e historiadores do primeiro século descreveram não só a Sua aparência bem como o Seu comportamento, confirmando o que está escrito no Novo Testamento. Os registros dos romanos são parecidos e não mencionam dEle ser "bonito" ou "feio", apenas descrições de formas e cores.
Entre várias personalidades da Roma antiga estão Públio Lêntulo, Pôncio Pilatos e Cornélio Tácito que deixaram registros sobre a presença de Cristo na Galiléia. O historiador Titus Livius viveu no tempo de Lêntulo e de Pilatos e deixou registros sobre seus atos que estão disponíveis para leitura (traduzidos para o inglês) emhttp://www.ihaystack.com e http://www.dominiopublico.gov.br.

A Epístola de Publius Lentullus (Públio Lêntulo) ao Senado

Esta descrição foi retirada de um manuscrito da biblioteca de Lord Kelly, anteriormente copiada de uma carta original de Públio Lêntulo em Roma. Era costume dos governadores romanos relatar ao Senado e ao povo coisas que ocorriam em suas respectivas províncias no tempo do imperador Tiberio César. Públio Lêntulo, que governou a Judéia antes de Pôncio Pilatos, escreveu a seguinte epístola ao Senado relativo ao Nazareno chamado Yeshua (Jesus), no princípio das pregações:

"Apareceu nestes nossos dias um homem, da nação Judia, de grande virtude, chamado Yeshua, que ainda vive entre nós, que pelos Gentios é aceito como um profeta de verdade, mas os seus próprios discípulos chamam-lhe o Filho de Deus - Ele ressuscita o morto e cura toda a sorte de doenças. Um homem de estatura um pouco alta, e gracioso, com semblante muito reverente, e os que o vêem podem amá-lo e temê-lo; seu cabelo é castanho, cheio, liso até as orelhas, ondulado até os ombros onde é mais claro. No meio da cabeça os cabelos são divididos, conforme o costume dos Nazarenos. A testa é lisa e delicada; a face sem manchas ou rugas, e avermelhada; o nariz e a boca não podem ser repreendidos; a barba é espessa, da cor dos cabelos, não muito longa, mas bifurcada; a aparência é inocente e madura; seus olhos são acinzentados, claros, e espertos - reprovando a hipocrisia, ele é terrível; admoestando, é cortês e justo; conversando é agradável, com seriedade. Não se pode lembrar de alguém tê-lo visto rir, mas muitos o viram lamentar. A proporção do corpo é mais que excelente; suas mãos e braços são delicados ao ver. Falando, é muito temperado, modesto, e sábio. Um homem, pela sua beleza singular, ultrapassa os filhos dos homens".

A carta de Pontius Pilate (Pôncio Pilatos) para Tiberius Caesar (Tibério César) 

Este é um reimpresso de uma carta de Pôncio Pilatos para Tibério César que descreve a aparência física de Jesus. As cópias estão na Biblioteca Congressional em Washington, D.C. É bem provável que tenha sido escrita nos dias que antecederam a crucificação.

PARA TIBÉRIO CÉSAR:

Um jovem homem apareceu na Galiléia que prega com humilde unção, uma nova lei no nome do Deus que o teria enviado. No princípio estava temendo que seu desígnio fosse incitar as pessoas contra os romanos, mas meus temores foram logo dispersados. Jesus de Nazaré falava mais como um amigo dos romanos do que dos judeus. Um dia observava no meio de um grupo um homem jovem que estava encostado numa árvore, para onde calmamente se dirigia a multidão. Me falaram que era Jesus. Este eu pude facilmente ter identificado tão grande era a diferença entre ele e os que estavam lhe escutando. Os seus cabelos e barba de cor dourada davam a sua aparência um aspecto celestial. Ele aparentava aproximadamente 30 anos de idade. Nunca havia visto um semblante mais doce ou mais sereno. Que contraste entre ele e seus portadores com as barbas pretas e cútis morenas! Pouco disposto a lhe interromper com a minha presença, continuei meu passeio mas fiz sinal ao meu secretário para se juntar ao grupo e escutar. Depois, meu secretário informou nunca ter visto nos trabalhos de todos os filósofos qualquer coisa comparada aos ensinos de Jesus. Ele me contou que Jesus não era nem sedicioso nem rebelde, assim nós lhe estendemos a nossa proteção. Ele era livre para agir, falar, ajuntar e enviar as pessoas. Esta liberdade ilimitada irritou os judeus, não o pobre mas o rico e poderoso.

Depois, escrevi a Jesus lhe pedindo uma entrevista no Praetorium. Ele veio. Quando o Nazareno apareceu eu estava em meu passeio matutino e ao deparar com ele meus pés pareciam estar presos por uma mão de ferro no pavimento de mármore e tremi em cada membro como um réu culpado, entretanto ele estava tranqüilo. Durante algum tempo permaneci admirando este homem extraordinário. Não havia nada nele que fosse rejeitável, nem no seu caráter, contudo eu sentia temor na sua presença. Eu lhe falei que havia uma simplicidade magnética sobre si e que a sua personalidade o elevava bem acima dos filósofos e professores dos seus dias.

Agora, ó nobre soberano, estes são os fatos relativos a Jesus de Nazaré e eu levei tempo para lhe escrever em detalhes estes assuntos. Eu digo que tal homem que podia converter água em vinho, transformar morte em vida, doença em saúde; tranqüilizar os mares tempestuosos, não é culpado de qualquer ofensa criminal e como outros têm dito, nós temos que concordar - verdadeiramente este é o filho de Deus.

Seu criado mais obediente,
Pôncio Pilatos

O Volume Archko


Outra descrição de Jesus foi encontrada em "O Volume Archko" que contém documentos de tribunais oficiais dos dias de Jesus. Esta informação confirma que Ele veio de segmentos raciais que tiveram olhos azuis e cabelos dourados (castanhos claros). No capítulo intitulado "A Entrevista de Gamaliel" está declarado relativo ao aparecimento de Jesus (Yeshua):

"Eu lhe pedi que descrevesse esta pessoa para mim, de forma que pudesse reconhece-lo caso o encontrasse. Ele disse: 'Se você o encontrar [Yeshua] você o reconhecerá. Enquanto ele for nada mais que um homem, há algo sobre ele que o distingue de qualquer outro homem. Ele é a "cara da sua mãe", só não tem a face lisa e redonda. O seu cabelo é um pouco mais dourado que o seu, entretanto é mais queimado de sol do que qualquer outra coisa. Ele é alto, e os ombros são um pouco inclinados; o semblante é magro e de uma aparência morena, por causa da exposição ao sol. Os olhos são grandes e suavemente azuis, e bastante lerdos e concentrados....'. Este judeu [Nazareno] está convencido ser o messias do mundo. [...] esta é a mesma pessoa que nasceu da virgem em Belém há uns vinte e seis anos atrás..."

- O Volume de Archko, traduzido pelos Drs. McIntosh e Twyman do Antiquário Lodge, em Genoa, Itália, a partir dos manuscritos em Constantinopla e dos registros do Sumário do Senado levado do Vaticano em Roma (1896) 92-93


Flavio Josefo, historiador judeu, em "Antiguidades dos Judeus"


Esta é uma citação de Flavio Josefo, em suas escritas históricas do primeiro século intituladas, "Antiguidades dos Judeus" Livro 18, Capítulo 2, seção 3:

"Agora havia sobre este tempo Jesus, um homem sábio, se for legal chamá-lo um homem; porque ele era um feitor de trabalhos maravilhosos, professor de tais homens que recebem a verdade com prazer. Ele atraiu para si ambos, muitos judeus e muitos Gentios. Ele era o Cristo. E quando Pilatos, à sugestão dos principais homens entre nós, o tinha condenado à cruz, esses que o amaram primeiramente não o abandonaram; pois ele lhes apareceu vivo novamente no terceiro dia, como os profetas divinos tinham predito estas e dez mil outras coisas maravilhosas relativas a ele. E a tribo de cristãos, assim denominada por ele, não está extinta neste dia".

Cornélio Tácito, historiador romano

Cornélio Tácito foi um historiador romano que viveu entre aproximadamente 56 e 120 DC. Acredita-se que tenha nascido na França ou Gália numa família aristocrática provinciana. Ele se tornou senador, um cônsul, e eventualmente o governador da Ásia. Tácito escreveu pelo menos quatro tratados históricos. Por volta de 115 DC, publicou Anais nos quais declara explicitamente que Nero perseguiu os cristãos para chamar atenção para longe de si do incêndio de Roma em 64 DC. Naquele contexto, ele menciona Cristo que foi pôsto a morte por Pôncio Pilatos:

Christus: Anais 15.44.2-8

"Nero fixou a culpa e infligiu as torturas mais primorosas em uma classe odiada para as suas abominações, chamados pela plebe de cristãos. Cristo, de quem o nome teve sua origem, sofreu a máxima penalidade durante o reinado de Tibério às mãos de um de nossos procuradores, Pôncio Pilatos, e uma superstição mais danosa, assim conferidas para o momento, novamente falida não só na Judéia, a primeira fonte do mal, mas até mesmo em Roma..."







 

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Uma Nova Reforma Protestante


Capa Revista Época




“Os Novos Evangélicos – Um movimento de fiéis critica o consumismo, a corrupção e os dogmas das igrejas – e propõe uma nova reforma protestante”
Inspirado no cristianismo primitivo e conectado à internet, um grupo crescente de religiosos critica a corrupção neopentecostal e tenta recriar o protestantismo à brasileira.
Rani Rosique não é apóstolo, bispo, presbítero nem pastor. É apenas um cirurgião geral de 49 anos em Ariquemes, cidade de 80 mil habitantes do interior de Rondônia. No alpendre da casa de uma amiga professora, ele se prepara para falar. Cercado por conhecidos, vizinhos e parentes da anfitriã, por 15 minutos Rosique conversa sobre o salmo primeiro (“Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios”). Depois, o grupo de umas 15 pessoas ora pela última vez – como já havia orado e cantado por cerca de meia hora antes – e então parte para o tradicional chá com bolachas, regado a conversa animada e íntima.
Desde que se converteu ao cristianismo evangélico, durante uma aula de inglês em Goiânia em 1969, Rosique pratica sua fé assim, em pequenos grupos de oração, comunhão e estudo da Bíblia. Com o passar do tempo, esses grupos cresceram e se multiplicaram. Hoje, são 262 espalhados por Ariquemes, reunindo cerca de 2.500 pessoas, organizadas por 11 “supervisores”, Rosique entre eles. São professores, médicos, enfermeiros, pecuaristas, nutricionistas, com uma única característica comum: são crentes mais experientes.
Apesar de jamais ter participado de uma igreja nos moldes tradicionais, Rosique é hoje uma referência entre líderes religiosos de todo o Brasil, mesmo os mais tradicionais. Recebe convites para falar sobre sua visão descomplicada de comunidade cristã, vindos de igrejas que há 20 anos não lhe responderiam um telefonema. Ele pode ser visto como um “símbolo” do período de transição que a igreja evangélica brasileira atravessa. Um tempo em que ritos, doutrinas, tradições, dogmas, jargões e hierarquias estão sob profundo processo de revisão, apontando para uma relação com o Divino muito diferente daquela divulgada nos horários pagos da TV.
Estima-se que haja cerca de 46 milhões de evangélicos no Brasil. Seu crescimento foi seis vezes maior do que a população total desde 1960, quando havia menos de 3 milhões de fiéis espalhados principalmente entre as igrejas conhecidas como históricas (batistas, luteranos, presbiterianos e metodistas). Na década de 1960, a hegemonia passou para as mãos dos pentecostais, que davam ênfase em curas e milagres nos cultos de igrejas como Assembleia de Deus, Congregação Cristã no Brasil e O Brasil Para Cristo. A grande explosão numérica evangélica deu-se na década de 1980, com o surgimento das denominações neopentecostais, como a Igreja Universal do Reino de Deus e a Renascer. Elas tiraram do pentecostalismo a rigidez de costumes e a ele adicionaram a “teologia da prosperidade”. Há quem aposte que até 2020 metade dos brasileiros professará à fé evangélica.
Dentro do próprio meio, levantam-se vozes críticas a esse crescimento. Segundo elas, esse modelo de igreja, que prospera em meio a acusações de evasão de divisas, tráfico de armas e formação de quadrilha, tem sido mais influenciado pela sociedade de consumo que pelos ensinamentos da Bíblia. “O movimento evangélico está visceralmente em colapso”, afirma o pastor Ricardo Gondim, da igreja Betesda, autor de livros como Eu creio, mas tenho dúvidas: a graça de Deus e nossas frágeis certezas (Editora Ultimato). “Estamos vivendo um momento de mudança de paradigmas. Ainda não temos as respostas, mas as inquietações estão postas, talvez para ser respondidas somente no futuro.”
Nos Estados Unidos, a reinvenção da igreja evangélica está em curso há tempos. A igreja Willow Creek de Chicago trabalhava sob o mote de ser “uma igreja para quem não gosta de igreja” desde o início dos anos 1970. Em São Paulo, 20 anos depois, o pastor Ed René Kivitz adotou o lema para sua Igreja Batista, no bairro da Água Branca – e a ele adicionou o complemento “e uma igreja para pessoas de quem a igreja não costuma gostar”. Kivitz é atualmente um dos mais discutidos pensadores do movimento protestante no Brasil e um dos principais críticos da“religiosidade institucionalizada”. Durante seu pronunciamento num evento para líderes religiosos no final de 2009, Kivitz afirmou: “Esta igreja que está na mídia está morrendo pela boca, então que morra. Meu compromisso é com a multidão agonizante, e não com esta igreja evangélica brasileira.”
Essa espécie de “nova reforma protestante” não é um movimento coordenado ou orquestrado por alguma liderança central. Ela é resultado de manifestações espontâneas, que mantêm a diversidade entre as várias diferenças teológicas, culturais e denominacionais de seus ideólogos. Mas alguns pontos são comuns. O maior deles é a busca pelo papel reservado à religião cristã no mundo atual. Um desafio não muito diferente do que se impõe a bancos, escolas, sistemas políticos e todas as instituições que vieram da modernidade com a credibilidade arranhada. “As instituições estão todas sub judice”, diz o teólogo Ricardo Quadros Gouveia, professor da Universidade Mackenzie de São Paulo e pastor da Igreja Presbiteriana do Bairro do Limão. “Ninguém tem dúvida de que espiritualidade é uma coisa boa ou que educação é uma coisa boa, mas as instituições que as representam estão sob suspeita.”
Uma das saídas propostas por esses pensadores é despir tanto quanto possível os ensinamentos cristãos de todo aparato institucional. Segundo eles, a igreja protestante (ao menos sua face mais espalhafatosa e conhecida) chegou ao novo milênio tão encharcada de dogmas, tradicionalismos, corrupção e misticismo quanto a Igreja Católica que Martinho Lutero tentou reformar no século XVI. “Acabamos nos perdendo no linguajar ‘evangeliquês’, no moralismo, no formalismo, e deixamos de oferecer respostas para nossa sociedade”, afirma o pastor Miguel Uchôa, da Paróquia Anglicana Espírito Santo, em Jaboatão dos Guararapes, Grande Recife. “É difícil para qualquer pessoa esclarecida conviver com tanto formalismo e tão pouco conteúdo.”
Uchôa lidera a maior comunidade anglicana da América Latina. Seu trabalho é reconhecido por toda a cúpula da denominação como um dos mais dinâmicos do país. Ele é um dos grandes entusiastas do movimento inglês Fresh Expressions, cujo mote é “uma igreja mutante para um mundo mutante”. Seu trabalho é orientar grupos cristãos que se reúnem em cafés, museus, praias ou pistas de skate. De maneira genérica, esses grupos são chamados de “igreja emergente” desde o final da década de 1990. “O importante não é a forma”, afirma Uchôa. “É buscar a essência da espiritualidade cristã, que acabou diluída ao longo dos anos, porque as formas e hierarquias passaram a ser usadas para manipular pessoas. É contra isso que estamos nos levantando.”
No meio dessa busca pela essência da fé cristã, muitas das práticas e discursos que eram característica dos evangélicos começaram a ser considerados dispensáveis. Às vezes, até condenáveis. Em Campinas, no interior de São Paulo, ocorre uma das experiências mais interessantes de recriação de estruturas entre as denominações históricas. A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera não tem um templo. Seus frequentadores se reúnem em dois salões anexos a grandes condomínios da cidade e em casas ao longo da semana. Aboliram a entrega de dízimos e as ofertas da liturgia. Os interessados em contribuir devem procurar a secretaria e fazê-lo por depósito bancário – e esperar em casa um relatório de gastos. Os sermões são chamados, apropriadamente, de “palestras” e são ministrados com recursos multimídias por um palestrante sentado em um banquinho atrás de um MacBook. A meditação bíblica dominical é comumente ilustrada por uma crônica de Luis Fernando Verissimo ou uma música de Chico Buarque de Hollanda.
“Os seminários teológicos formam ministros para um Brasil rural em que os trabalhos são de carteira assinada, as famílias são papai, mamãe, filhinhos e os pastores são pessoas respeitadas”, diz Ricardo Agreste (foto ao lado), pastor da Comunidade e autor dos livros Igreja? Tô fora e A jornada (ambos lançados pela Editora Socep). “O risco disso é passar a vida oferecendo respostas a perguntas que ninguém mais nos faz. Há muita gente séria, claro, dizendo verdades bíblicas, mas presas a um formato ultrapassado.”
Outro ponto em comum entre esses questionadores é o rompimento declarado com a face mais visível dos protestantes brasileiros: os neopentecostais. “É lisonjeador saber que atraímos gente com formação universitária e que nos consideram ‘pensadores’”, afirma Ricardo Agreste. “O grande problema dos evangélicos brasileiros não é de inteligência, é de ética e honestidade.” Segundo ele, a velha discussão doutrinária foi substituída por outra. “Não é mais uma questão de pensar de formas diferentes a espiritualidade cristã”, diz. “Trata-se de entender que há gente usando vocabulário e elementos de prática cristã para ganhar dinheiro e manipular pessoas.”
Esse rompimento da cordialidade entre os evangélicos históricos e os neopentecostais veio a público na forma de livros e artigos. A jornalista (evangélica) Marília Camargo César publicou no final de 2008 o livro Feridos em nome de Deus (Editora Mundo Cristão), sobre fiéis decepcionados com a religião por causa de abusos de pastores. O teólogo Augustus Nicodemus Lopes, chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, publicou O que estão fazendo com a Igreja: ascensão e queda do movimento evangélico brasileiro (Mundo Cristão), retrato desolador de uma geração cindida entre o liberalismo teológico, os truques de marketing, o culto à personalidade e o esquerdismo político. Em um recente artigo, o presidente do Centro Apologético Cristão de Pesquisas, João Flavio Martinez, definiu como “macumba para evangélico” as práticas místicas da Igreja Universal do Reino de Deus, como banho de descarrego e sabonete com extrato de arruda.
Tais críticas, até pouco tempo atrás, ficavam restritas aos bastidores teológicos e às discussões internas nas igrejas. Livros mais antigos – como Supercrentes, Evangélicos em crise, Como ser cristão sem ser religioso e O evangelho maltrapilho (todos da editora Mundo Cristão) – eram experiências isoladas, às vezes recebidos pelos fiéis como desagregadores. “Parece que a sociedade se fartou de tanto escândalo e passou a dar ouvidos a quem já levantava essas questões há tempos”, diz Mark Carpenter, diretor-geral da Mundo Cristão.
Procurado por ÉPOCA, Geraldo Tenuta, o Bispo Gê, presidente nacional da Igreja Renascer em Cristo, preferiu não entrar em discussões. “Jesus nos ensinou a não irmos contra aqueles que pregam o evangelho, a despeito de suas atitudes”, diz ele. “Desde o início, éramos acusados disto ou daquilo, primeiro porque admitíamos rock no altar, depois porque não tínhamos usos e costumes. Isso não nos preocupa. O que não é de Deus vai desaparecer, e não será por obra dos julgamentos.” A Igreja Universal do Reino de Deus – que, na terceira semana de julho, anunciou a construção de uma “réplica do Templo de Salomão” em São Paulo, com “pedras trazidas de Israel” e “maior do que a Catedral da Sé” – também foi procurada por ÉPOCA para comentar os movimentos emergentes e as críticas dirigidas à igreja. Por meio de sua assessoria, o bispo Edir Macedo enviou um e-mail com as palavras: “Sem resposta”.
O sociólogo Ricardo Mariano, autor do livro Neopentecostais: sociologia do novo pentecostalismo no Brasil (Editora Loyola), oferece uma explicação pragmática para a ruptura proposta pelo novo discurso evangélico. Ateu, ele afirma que o objetivo é a busca por uma certa elite intelectual, um público mais bem informado, universitário, mais culto que os telespectadores que enchem as igrejas populares. “Vivemos uma época em que o paciente pesquisa na internet antes de ir ao consultório e é capaz de discutir com o médico, questionar o professor”, diz. “Num ambiente assim, não tem como o pastor proibir nada. Ele joga para a consciência do fiel.”
A maior parte da movimentação crítica no meio evangélico acontece nas grandes cidades. O próprio pastor Kivitz afirma que “talvez não agisse da mesma forma se estivesse servindo alguma comunidade em um rincão do interior” e que o diálogo livre entre púlpito e auditório passa, necessariamente, por uma identificação cultural. “As pessoas não querem dogmas, elas querem honestidade”, diz ele. “As dúvidas delas são as minhas dúvidas. Minha postura é, juntos, buscarmos respostas satisfatórias a nossas inquietações.”
Por isso mesmo, Ricardo Mariano não vê comparação entre o apelo das novas igrejas protestantes e das neopentecostais. “O destino desses líderes será ‘pescar no aquário’, atraindo insatisfeitos vindos de outras igrejas, ou continuar falando para meia dúzia de pessoas”, diz ele. De acordo com o presbiteriano Ricardo Gouveia, “não há, ou não deveria haver, preocupação mercadológica” entre as igrejas históricas. “Não se trata de um produto a oferecer, que precise ocupar espaço no mercado”, diz ele. “Nossa preocupação é simplesmente anunciar o evangelho, e não tentar ‘melhorá-lo’ ou torná-lo mais interessante ou vendável.”
O advento da internet foi fundamental para pastores, seminaristas, músicos, líderes religiosos e leigos decidirem criar seus próprios sites, portais, comunidades e blogs. Um vídeo transmitido pela Igreja Universal em Portugal divulgando o Contrato da fé – um “documento”, “autenticado” pelos pastores, prometendo ao fiel a possibilidade de se “associar com Deus e ter de Deus os benefícios” – propagou-se pela rede, angariando toda sorte de comentários. Outro vídeo, em que o pregador americano Moris Cerullo, no programa do pastor Silas Malafaia, prometia uma “unção financeira dos últimos dias” em troca de quem “semear” um “compromisso” de R$ 900 também bombou na rede. Uma cópia da sentença do juiz federal Fausto De Sanctis (lembre AQUI) condenando os líderes da Renascer Estevam e Sônia Hernandes por evasão de divisas circulou no final de 2009. De Sanctis afirmava que o casal “não se lastreia na preservação de valores de ética ou correção, apesar de professarem o evangelho”. “Vergonha alheia em doses quase insuportáveis” foi o comentário mais ameno entre os internautas.
Sites como Pavablog, Veshame Gospel, Irmãos.com, Púlpito Cristão, Caiofabio.net ou Cristianismo Criativo fazem circular vídeos, palestras e sermões e debatem doutrinas e notícias com alto nível de ousadia e autocrítica. De um grupo de blogueiros paulistanos, surgiu a ideia da Marcha pela ética, um protesto que ocorre há dois anos dentro da Marcha para Jesus (evento organizado pela Renascer). Vestidos de preto, jovens carregam faixas com textos bíblicos e frases como “O $how tem que parar” e “Jesus não está aqui, ele está nas favelas”.
A maior parte desses blogueiros trafega entre assuntos tão diversos como teologia, política, televisão, cinema e música popular. O trânsito entre o “secular” e o “sagrado” é uma das características mais fortes desses novos evangélicos. “A espiritualidade cristã sempre teve a missão de resgatar a pessoa e fazê-la interagir e transformar a sociedade”, diz Ricardo Agreste. “Rompemos o ostracismo da igreja histórica tradicional, entramos em diálogo com a cultura e com os ícones e pensamento dessa cultura e estamos refletindo sobre tudo isso.”
Em São Paulo, o capelão Valter Ravara criou o Instituto Gênesis 1.28, uma organização que ministra cursos de conscientização ambiental em igrejas, escolas e centros comunitários. “É a proposta de Jesus, materializar o amor ao próximo no dia a dia”, afirma Ravara. “O homem sem Deus joga papel no chão? O cristão não deve jogar.” Ravara publicou em 2008 a Bíblia verde, com laminação biodegradável, papel de reflorestamento e encarte com textos sobre sustentabilidade.
A então ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, escreveu o prefácio da Bíblia verde. Sua candidatura à Presidência da República angariou simpatia de blogueiros e tuiteiros, mas não o apoio formal da Assembleia de Deus, denominação a que ela pertence. A separação entre política e religião pregada por Marina é vista como um marco da nova inserção social evangélica. O vereador paulistano e evangélico Carlos Bezerra Jr. afirma que o dever do político cristão é “expressar o Reino de Deus” dentro da política. “É o oposto do que fazem as bancadas evangélicas no Congresso, que existem para conseguir facilidades para sua denominação e sustentar impérios eclesiásticos”, diz ele.
O raciocínio antissectário se espalhou para a música. Nomes como Palavrantiga, Crombie, Tanlan, Eduardo Mano, Helvio Sodré e Lucas Souza se definem apenas como “música feita por cristãos”, não mais como “gospel”. Eles rompem os limites entre os mercados evangélico e pop. O antissectarismo torna os evangélicos mais sensíveis a ações sociais, das parcerias com ONGs até uma comunidade funcionando em plena Cracolândia, no centro de São Paulo. “No fundo, nossa proposta é a mesma dos reformadores”, diz o presbiteriano Ricardo Gouveia. “É perceber o cristianismo como algo feito para viver na vida cotidiana, no nosso trabalho, na nossa cidadania, no nosso comportamento ético, e não dentro das quatro paredes de um templo.”
A teologia chama de “cristocêntrico” o movimento empreendido por esses crentes que tentam tirar o cristianismo das mãos da estrutura da igreja – visão conhecida como “eclesiocêntrica” – e devolvê-lo para a imaterialidade das coisas do espírito. É uma versão brasileiramente mais modesta do que a Igreja Católica viveu nos tempos da Reforma Protestante. Desta vez, porém, dirigida para a própria igreja protestante. Depois de tantos desvios, vozes internas levantaram-se para propor uma nova forma de enxergar o mundo. E, como efeito, de ser enxergadas por ele. Nas palavras do pastor Kivitz: “Marx e Freud nos convenceram de que, se alguém tem fé, só pode ser um estúpido infantil que espera que um Papai do Céu possa lhe suprir as carências. Mas hoje gostaríamos de dizer que o cristianismo tem, sim, espaço para contribuir com a construção de uma alternativa para a civilização que está aí. Uma sociedade que todo mundo espera, não apenas aqueles que buscam uma experiência religiosa”.
Fonte: Revista Época
Visite também  o BLOG DO ANGELO

 

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

ESTE BLOG É DE DAR ÁGUA NA BOCA!

Acesse a página mais gostosa do blog FIUME DELLA VITA, "SABOROSAS RECEITAS!"
A PARTIR DE HOJE ESTOU PUBLICANDO DELICIOSAS RECEITAS DE FRIOS, DOCES, SALGADOS E MASSAS. 








quinta-feira, 21 de outubro de 2010

A ÉTICA PROTESTANTE E O ESPÍRITO DO CAPITALISMO - Parte I





(Extraído de Sociologia - Introdução à Ciência da Sociedade. Clique e adquira este livro)

Um dos trabalhos mais conhecidos e importantes de Weber é "A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo", no qual ele relaciona o papel do protestantismo na formação do comportamento típico do capitalismo ocidental moderno.
Weber parte de dados estatísticos que lhe mostraram a proeminência de adeptos da reforma Protestante entre os grandes homens de negócios, empresários bem-sucedidos e mão-de-obra qualificada. A partir daí, procura estabelecer conexões entre a doutrina e a pregação protestante, seus efeitos no comportamento dos indivíduos e sobre o desenvolvimento capitalista.
Weber descobre que os valores do protestantismo - como a disciplina ascética, a poupança, a austeridade, a vocação, o dever e a propensão ao trabalho - atuavam de maneira decisiva sobre os indivíduos. No seio das famílias protestantes, os filhos eram criados para o ensino especializado e para o trabalho fabril, optando sempre por atividades mais adequadas à obtenção do lucro, preferindo o cálculo e os estudos técnicos ao estudo humanístico. Weber mostra a formação de uma nova mentalidade, um ethos - conjunto dos costumes e hábitos fundamentais - propicio ao capitalismo, em flagrante oposição ao "alheamento" e à atitude contemplativa do catolicismo, voltado para a oração, sacrifício e renúncia da vida prática.
Um dos aspectos importantes desse trabalho, no seu sentido teórico, está em expor as relações entre religião e sociedade e desvendar particularidades do capitalismo. Além disso, nessa obra, podemos ver de que maneira Weber aplica seus conceitos e posturas metodológicas.
Alguns dos principais aspectos da análise:
  1. A relação entre a religião e a sociedade não se dá por meios institucionais, mas por intermédio de valores introjetados nos indivíduos e transformados em motivos da ação social. A motivação do protestante, segundo Weber, é o trabalho, enquanto dever e vocação, como um fim absoluto em si mesmo, e não o ganho material obtido por meio dele.
  2. O motivo que mobiliza internamente os indivíduos é consciente. Entretanto, os atos individuais vão além das metas propostas e aceitas por eles. Buscando sair-se bem na profissão, mostrando sua própria virtude e vocação e renunciando aos prazeres materiais, o protestante puritano se adapta facilmente ao mercado de trabalho, acumula capital e o reinveste produtivamente.
  3. Ao cientista cabe, segundo Weber, estabelecer conexões entre a motivação dos indivíduos e os efeitos da sua ação no meio social. Procedendo assim, ele analisa os valores do catolicismo e do protestantismo, mostrando que os últimos revelam a tendência ao racionalismo econômico, base da ação capitalista.
  4. Para constituir o tipo ideal de capitalismo ocidental moderno, Weber estuda as diversas características das atividades econômicas em várias épocas e lugares, antes e após o surgimento das atividades mercantis e da indústria. E, conforme seus preceitos, constrói um tipo gradualmente estruturado a partir de suas manifestações particulares tomadas à realidade histórica. Assim, diz ser o capitalismo, na sua forma típica, uma organização econômica racional assentada no trabalho livre e orientada para um mercado real, não para a mera especulação ou rapinagem. O capitalismo promove a separação entre empresa e residência, a utilização técnica do conhecimentos científicos e o surgimento do direito e da administração racionalizados.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

QUAL JESUS VOCÊ ADORA? - Parte VI

AQUELAS IMAGENS NOS ALTARES E PINTURAS DIVERSAS REPRESENTAM DE FATO O JESUS DA BÍBLIA?
Com base na lógica bíblica, até aqui apresentada, podemos concluir que o Jesus representado por centenas de quadros, pinturas, imagens e esculturas do chamado mundo cristão; não é o Jesus bíblico.
Aqueles que adoram o verdadeiro Jesus obedecem a Sua instrução: "Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos" (Mt 19:17). O segundo destes mandamentos diz assim: "Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo, na terra, nem nas águas debaixo da terra" (Ex 20:4).
POR ACASO CRISTO ABOLIU OS MANDAMENTOS DE DEUS?

Muitos crêem em um Jesus que veio a terra e aboliu a lei do Seu Pai. Jesus não veio abolir os mandamentos de Deus mas cumpri -los. Este mesmo Jesus fez uma categórica declaração: "Não penseis que vim revogar a Lei e os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir"(Mt 5:17).
Jesus veio dar a lei de Deus uma dimensão de profundidade espiritual tal, que o ato de cobiçar uma mulher no coração constitue uma infração do mandamento de não cometer adultério.
O novo pacto que Jesus Cristo veio inaugurar com seu próprio sangue (Mt 26:28) não foi uma abolição dos mandamentos. Ao contrário: "Esta é a aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei no seu coração as minhas leis e sobre as suas mentes as inscreverei" (Hb 10: 16).
Do Jesus que muitos adoram se diz que é "Senhor do dia de domingo". O Jesus que as Escrituras Sagradas atestam declara acerca de si mesmo:" Porque o Filho do Homem é senhor do sábado" (Mt 12:8).

Durante três anos e meio antes do retorno verdadeiro do Senhor Jesus, reinará na Terra outro que a Bíblia chama de anti-cristo. Caracterizar-se-á mais precisamente por impor ao mundo mudanças nas leis que Jesus obedeceu e nos ensinou com seu exemplo (Ver Daniel 7:25; Ap 13:14-15).
Quando Jesus retornar e reinar neste planeta, as nações do mundo estarão iradas contra Ele, (Ap 11:18). Estarão iradas porque não O conhecem. E não O conhecem porque não O obedecem: "Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos e mentiroso, e nele não está a verdade"(1Jo 2:4).

(extraído de revista "El Mundo de Manana" - tradução livre)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Postando Jogos no Seu Blog




Você já deve ter visto a sessão de jogos online deste blog. Não viu?

Então clique aqui.

Voltando ao assunto para que você também possa disponibilizar jogos em seu blog aqui vai a dica é realmente simples praticamente é o mesmo que se faz para postar um vídeo.


Passo a passo
1- Vá ate o site onde é disponibilizado o código html do jogo
2- Copie esse código
3- Em uma nova postagem clique em
Editar Html e cole o código que você copiou
4- Clique em
publicar postagem e pronto
5- Pode começar o jogar em seu próprio blog

Para facilita um pouco mais o seu trabalho deixo aqui alguns sites que disponibilizam jogos para websites.