terça-feira, 31 de março de 2009

O Inoscente Homicídio de Ana Cláudia Silva

(O caso das 14 facadas "não premeditadas")


Eu desejaria muito que V. Sª o advogado Mauro Nacif analizasse o caso pela ótica da justiça e do direito e não apenas dando opinião própria. Ele está tratando o caso de acordo com seu próprio ponto de vista, não como conhecedor da Lei , mas como um simples leigo e outro cidadão.
Deste modo também eu posso manifestar minha opinião à respeito do caso Ana Cláudia. O Janken talvez foi mesmo tentar reatar a relação e não conduzia nenhuma faca ou revólver ao se dirigir ao apartamento onde a Ana estava com o filho. Até aceito a opinião do sr Nacif quando disse no programa da Claudete na Rede TV "A Tarde é Sua", dia 31 de março de 2009, que ele não entrou no apartamento com a intenção de matar a namorada. Mas ao ver que ela atendia ao celular e as palavras que proferia, desde aquele momento ele já não era mais o mesmo Janken.
Já não tinha mais a paz de espirito (se é que a tinha) ao adentrar o recinto. Num ímpeto o seu coração se transformou. Em segundos ele já havia premeditado algo de tenebroso contra a namorada indefesa. Mas quem poderia provar que foi ela quem primeiro apanhou a faca para se defender? Quem sabe ele avançou e viu uma arma ali ao seu alcançe e então vorazmente descarregou toda a sua ira sobre o corpo da pobre indefesa? Na minha opinião (eu não sou advogado, juíz ou algo relativo) ele já havia premeditado toda aquela ação. A partir deste momento ele já não era mais aquele homenzinho "inoscente" segundo o sr Nacif afirmou no "A Tarde é Sua".
Não é preciso horas, dias ou semanas para se premeditar algo contra alguém. Pode-se muito bem, em segundos, ser projetado todo um ato monstruoso. Foi isto o que aconteceu no caso da Ana Cláudia, barbaramente tendo sua vida extinguida pelo Janken. De repente o semblante se transfigurou em fúria desesperada. Num átomo ele premeditou no seu coração ao ouvir as palavras que Ana proferia ao celular: "Você não me ama, não gosta de mim; vou acabar com tua vida!" Com isto toda a "inoscência" do Janken cai por terra e ele se torna um réu comum, um homicida que premeditou num instante tirar a vida da namorada. E por isso precisa ser julgado e condenado.

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