quarta-feira, 28 de outubro de 2015


Como fazer um botão pra abrir um formulário em VBA



  • Nível iniciante.
  • Para seguir este tutorial é necessário conhecimentos básicos do Excel e VBA.



Com a sua planilha aberta clique em Desenvolvedor > Inserir >Botão.


Fig 01




























Observe esta imagem.


Fig 02


















Crie a macro.
Fig 03






















No VBA já com seu form criado e pronto clique em Inserir > Módulo.

Fig 04



Digite este código no seu Módulo: 

Sub Botão1_Clique ()
'Este comando abre o formulário
frmNomedoseuformulario.Show
End Sub

Fig 05



Agora na sua planilha clique no Botão 1 (pode ser nomeado "Abrir").
Pronto! O seu formulário está aberto.

Fig 06


Tire suas dúvidas, comente!




quarta-feira, 21 de outubro de 2015


Como fazer uma estrela de 10 pontas - Marchetaria Geométrica





















Uma estrela de 10 pontas
Corrigindo: os ângulos corretos para os cortes são de 54° e 36°. Os esquadros terão esta inclinação.

Curta o grupo no Facebook:  Escola de marchetaria Primor  e descubra a arte da marchetaria. 









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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Como fazer Marchetaria



Marchetaria, ou marqueteria, (fr.marqueter, embutir) é a arte ou técnica de ornamentar as superfícies planas de móveis,painéispisostetos, através da aplicação de materiais diversos, tais como: madeirametaismadrepérolapedras,plásticosmarfim e chifres de animais, tendo como principal suporte a madeira. De acordo com a técnica utilizada pode-se construir objetos tridimensionais, esculturas, utilitários, jóias etc. Não deve ser confundida com a intársia, uma técnica ligeiramente diferente.



Ofício do folheado[editar | editar código-fonte]

O mais antigo objeto embutido é uma bacia de pedra calcária da Mesopotâmia, datado por volta de 3000 a.C.. Um outro exemplo adiantado é um caixão de madeira da Dinastia Yin (1300 A.C.-220 D.C.). Por volta de 350 a.C. foram encontrados em Halicarnasso (cidade natal de Heródoto e capital do famoso Rei Mausole, cujo túmulo constituiu uma das sete Maravilhas do Mundo) na Turquia, evidências da técnica do embutimento no palácio do rei Mausole cujas paredes tinham incrustações em mármore.
Porém a arte de embutir madeiras coloridas em superfícies de madeira, de modo a contrastar, para criar projetos artísticos, foi praticada habilidosamente pelos egípcios antigos. Das minas de cobre próximas desenvolveram o bronze, com que fizeram as lâminas dentadas para se usar como serras.
No túmulo do rei Tutancâmon (18.ª Dinastia), o trono, a caixa, os cofres e quase todos os móveis são cobertos literalmente com o embutimento de pedras preciosas, minúsculas telhas vitrificadas, ouro e marfim embelezavam maravilhosamente artigos de importância prestigiosa e de cerimônias especiais.
Na metade do século XVI, com o aprimoramento das serras e das técnicas, expandiram o embutimento ilustrado à marchetaria. As partes separadas de um retrato agora seriam recortadas dos folheados a partir de um projeto. Estas peças eram então juntas e este conjunto inteiro era colado a um fundo contínuo. Este procedimento tem uma longa história de nomes, mas é chamado agora geralmente de marquetry, nos países de língua inglêsa, ou seja, marchetaria.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

O Futuro da Alemanha - Um 4º Reich? - Final

A Alemanha e as profecias









    Considerando tudo o que vemos até aqui, podemos perguntar: que importância tem todo este paralelismo entre a antiga Assíria e a Alemanha? Simplesmente, que todas as profecias nos indicam claramente que no fim desta Era, imediatamente antes do retorno de Jesus Cristo, a Assíria voltará a cumprir um papel central nos acontecimentos mundiais(ver Isaías 10 e 11). As Sagradas Escrituras afirmam que o nome e a indentidade da Assíria, ou Nínive, desapareceriam (Nahum 1:1, 14); e assim foi, como confirmam os anais da história. 
      Sem dúvida, as diversas referências proféticas a Assíria no contexto do tempo do fim indicam claramente que o legado cultural, intelectual e ideológico dos assírios sobreviviria. Os anais da história mostram firmemente que os alemães são os portadores daquele antigo legado. Trazem-no em seu caráter nacional, está conectado com suas origens. Quando a Bíblia fala da Assíria no contexto do tempo do fim, está falando da Alemanha. Nenhuma outra nação contemporânea se ajusta tão perfeitamente na descrição.
     O regresso da Alemanha ao poder desde a Segunda Guerra Mundial não é por acaso. Deus profetizou a mais de 2.500 anos que Ele faria suceder certos fatos a fim de cumprir Seu propósito (Isaías 46:9-10). A Alemanha é o principal de dez nações chamada de "besta" na profecia bíblica que surgirá novamente das cinzas do Sacro Império Romano (Apocalipsis 17:9-14).
      A alemanha já cumpriu este papel varias vezes. Ela se converterá em uma potência econômica mundial (Apocalipsis 18:2-3, 9-13) e se valerá do seu poderio para cumprir seus propósitos políticos. No princípio, se mostrará pacífica mas em pouco tempo se transformará em uma besta devoradora e guerreira (Daniel 11:21; Apocalipse 13:2-3; 17:12-14). Daniel descreve este reino dos tempos do fim como uma besta forte e feroz com "dentes de ferro" (Daniel 2:40-45; 7:7, 19-23). Sem dúvida por assombroso que pareça, a profecia bíblica tambem indica que finalmente, Deus se velerá do extraordinário povo alemão (Assíria) como uma das nações que liderará a paz no vindouro Reino de Deus  (Isaías 19:23-25).
     Deus aproveitará as sobressalientes qualidades intelectuais e culturais do povo alemão pra ajudar a enriquecer o mundo durante o governo milenial de Jesus Cristo. Como todos os povos da Terra, os alemães tem em seu carater nacional pontos fortes e fracos. No porvir, Deus utilizará  as extraordinárias virtudes do povo alemão para servir a humanidade!













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segunda-feira, 27 de julho de 2015

O Futuro da Alemanha - Um 4º Reich? - Parte 10




Mais conexões

     O império assírio teve origem na cidade-estado de Asur (Asur era um filho de Sem um dos 3 filhos de Noé. Ver Gn 10: 1-22). Asur era irmão de Arfaxade, um antepassado de Abraão, o fundador da nação hebréia (Gn 11: 10-26). Assim os verdadeiros assírios e os descendentes de Abraão (os israelitas) são povos aparentados. O nome Asur significa "líder" ou "triunfante". Flávio Josefo, historiador do primerio século, disse que os assírios "chegaram a ser a mais vitoriosa das nações" (Antigüedades judías, 1: 6:6). 
     Asur era objeto de culto como considerado "o deus principal da Assíria... o deus da guerra" e se apresentava como uma "deidade solar com um disco alado" (Enciclopedia Británica, Ed. 11). Os heteus empregaram tanto o disco alado como a suástica (Enciclopedia Collier, "Heteus"). A suástica simboliza o Sol, a potência, a energia, o martelo de Thor e o deus do clima e as tormentas (Diccionario de símbolos, Liungman). Os heteus e os assírios também empregavam uma águia bicéfala (com duas cabeças) para simbolizar os deuses do céu: Tormenta, Trovão  e Sol. Estes símbolos reaparecem na cultura alemã, da Prússia e especialmente no terceiro Reich. Os heteus (que foram conquistados e absorvidos pelos assírios) apresentam fortes laços linguisticos e culturais com outras tribus alemãs: os hessianos (mercenários alemães) e os prussianos.
     Ainda mais interessantes são as lendas segundo as quais Tréveris, a cidade mais antiga da Alemanha, foi fundada por Trebeta, filho de um rei assírio chamado Nino, por volta do ano 2.000 antes de Cristo (En tierras alemanas, Bihl). Muitos livros para turistas mencionam a inscrição em um antiga casa perto do mercado de Tréveris, segundo a qual essa colônia assíria foi fundada 1.300 anos antes de Roma. Os escritores árabes da Idade Média também se referem aos alemães como assírios. Podemos demostrar os vínculos entre Alemanha e Assíria e não são assim inverossímeis e imaginárias.


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terça-feira, 2 de junho de 2015

Partitura: Ferido na Batalha - Hinos avulsos CCB

O Futuro da Alemanha - Um 4º Reich? - Parte 09

Um paralelismo inegável



      



     Se observarmos um mapa da região do Mar Negro e Mar Cáspio, e se consultarmos vários livros de história para indagar quais nações habitaram essa região nos milênios primeiro e segundo de nossa era manifestando traços militaristas similares aos alemães, logo veremos alguns dados muito importantes. Aquela região foi dominada pela Assíria e pelo reino vizinho dos heteus. É interessante ler o que aprenderam historiadores e arqueólogos sobre estas nações antigas. Descobriremos suas características nacionais que os distingue dos demais. Façamos comparações entre estes traços e os que os alemães manifestaram desde quase dois mil anos. Então não tardaremos em compreender que aqui existe algo mais de curioso!
     A característica mais explícita da Assíria e os heteus, bem como a da Prússia e da Alemanha, era a estrutura totalmente militarizada das suas sociedades. Os historiadores dizem: " A característica singular do Estado assírio, em contraste com seus contemporâneos, foi o militarismo, o qual foi fundamental na criação e administração do seu império. O exército assírio do o mais poderoso que o mundo antigo jamais conheceu e nenhum outro povo podia resisti-lo por muito tempo" (Civilizações do antigo Oriente Próximo, Sasson).
     O poderio heteu dependia também da habilidade militar. Assíria, tal como a Prússia e Alemanha, descreve-se como uma nação de guerreiros e o governo assírio era antes de tudo um instrumento de guerra. Os assírios desenvolveram um governo centralizado e forte, sob o comando  de um governante absoluto, o "rei do mundo". De início, as conquistas assírias tinham por objetivo controlar e proteger as rotas comerciais mais importantes. A meta era transformar a recém formada unidade econômica do Oriente Próximo em unidade política (o mesmo que hoje está acontecendo na Europa!).
     As táticas militares dos assírios e dos heteus, tais como o dos alemães e dos prussianos, se valiam de rápidos movimentos de tropas e do elemento surpresa. Estas nações ganharam fama por desenvolver avançada tecnologia de guerra: carros, cavalaria, tanques, submarinos e foguetes. Os heteus foram os primeiros a trabalhar o ferro e os assírios foram "o primeiro grande exército que empregou armas de ferro". Carlos Magno se destacou por levar armadura e armas de ferro e um capacete do mesmo material.
      Os assírios, do mesmo modo que os alemães em diversos momentos de sua história, foram tristemente célebres por seus atos de violência extrema; arrancar os olhos dos seus inimigos, mutilação, pilhas de cabeças e cadáveres que tinha por objetivo intimidar e controlar os povos conquistados. Ambas nações deportavam os povos vencidos em massa para submete-los ao trabalho forçado e quebrantar o espírito dos conquistados.
        O genocídio foi prática comum entre ambos os povos. A arte e a literatura assírios glorificam o poder destruidor e o caráter selvagem da guerra. Dos escritos de von Clausewitz e outros autores prussianos e alemães se pode dizer praticamente o mesmo.
        Assíria foi um "império sem paralelo em termos de poderio militar...escreveu um capítulo sangrento na história da humanidade, mais horrível ainda se considerarmos que incluía o terror e as atrocidades deliberadas como instrumentos de políticas exterior" (Mareas bárbareas, pag. 17). Por fim, "a conduta atroz da Assíria produziu objetos de ódio irreprimíveis". Finalmente, as nações vizinhas se uniram e derrotaram aos assírios, tal como fizeram duas vezes as nações aliadas contra a Alemanha no século passado. Para a Assíria, "o fim veio rapidamente e foi tão completo que sabemos poucos detalhes" (ibidem).
     Este colapso repentino causa dificuldades para os historiadores. Nos dizem que os assírios parecem desaparecer nas brumas da história, nas vizinhanças do mar Negro. Também nos indicam que os antepassados dos alemães surgem na mesma região. Se bem que a maioria dos historiadores não estabelecem uma conexão entre a desaparição dos assírios e o surgimento das tribos alemães, o fato é que não existe outra nação cujos antecedentes e caráter nacional assemelham-se tanto com os da Alemanha. 
      A Assíria e a Alemanha se destacam de modo singular  na história exatamente pelas mesmas razões: sociedades totalmente militarizadas, glorificação da guerra, exércitos brutalmente eficientes, atos de extrema crueldade deliberadamente calculados, deportações em massa, campos de trabalhos forçados e genocídio...tudo isso com uma administração centralizada e eficiência incrível. A história de ambas as nações revela períodos cíclicos de grande ressurgimento militar depois de períodos de decaimento. Este paralelismo é gritante e único na historia da civilização humana!


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quinta-feira, 7 de maio de 2015

O Futuro da Alemanha - Um 4º Reich? - Parte 08





A influencia prussiana

     A tradição militarista prussiana iniciada pelos Hohenzollern acabou difundindo-se por toda a Alemanha. Logo depois da derrota da Prússia por Napoleão, o exército prussiano se reorganizou. Um brilhante teórico e organizador, Gerhard von Scharnhost, fundou academias militares, organizou  um novo tipo de exército e fundou as bases do que veio a se tornar o grande Estado Maior da Alemanha. Este grupo de soldados profissionais se preparavam  para a guerra mesmo em tempos de paz e formava as gerações futuras de oficiais. Esta idéia logo foi copiada pelos países de todo o mundo. Sob as ordens de Scharnhorst, a toda a população da Prússia aceitou de bom grado obter vitória pela guerra. Mas foi Karl von Clausewitz quem exaltou ao máximo a profissão militar e preparou a Prússia e a Alemanha para a guerra total.
    Segundo Clausewitz, a guerra era simplesmente continuação da política por outros e não podia obter vitória verdadeira sem derramamento de sangue. Estas idéias tiveram ampla aceitação na Alemanha refletiram na política de Bismarck, para quem "as grandes questões do dia não seriam decididas por consenso nem através do voto mas por derramamento de sangue" (ibdem). O objetivo do novo exército criado por Scahrnhorst, Clausewitz e outros era destruir totalmente o exército inimigo o mais rápido possível e com eficiência através de tropas com impressionante destreza e disciplina que lutavam pelo futuro da nação.
    Foi a tradição prussiana, autoritária, antidemocrática, militarista e expansionista, que aplainou o caminho para o auge da Alemanha imperialista, os nazis, as aventuras militares, as atrocidades e os desastres do terceiro Reich. Se bem que a crise econômica mundial facilitou a ascensão de Hitler ao poder, suas idéias foram tomadas de conceitos e tradições muito antigas na Alemanha. A conduta guerreira e a glorificação da guerra, próprias dos romanos, reaparecem constantemente na história alemã. Cabe, pois, indagar-se, por que os alemães tem esta atração pela precisão e a conduta marcial que tanto distingue seu caráter nacional. Quem foram os antepassados das tribos germânicas que emigraram das costas dos mares Negro e Cáspio?

(Continua no próximo post)











quarta-feira, 22 de abril de 2015

O Futuro da Alemanha - Um 4º Reich? - Parte 07

 Os líderes modelam o povo




    
      Esta importante mistura de idéias, tradições e oportunidades parece convergir na vida de indivíduos que moldaram a história da Alemanha. As terras alemãs formavam parte dos territórios conquistados por Carlos Magno no seu desejo de configurar  outra vez o Império Romano. Carlos Magno foi um poderoso guerreiro com uma ideia poderosa. Aquela mesma ideia de unir a Europa sob o estandarte do cristianismo ardia no coração dos primeiros imperadores alemães do Sacro Império Romano: Oton, o Grande e Frederico Barba Ruiva (Frederico I de Staufen, proclamado "senhor do mundo"). Guiados por estes guerreiros destemidos os alemães alcançaram o posto de reino mais poderoso da Europa (969-1150 D.C). Sem dúvida a promissora dinastia dos Hohenstauffen ou Staufen soçobrou ("um dos maiores fracassos da Idade Média") ao empreender a conquista da Itália; e a terra alemã caiu sob o poder de príncipes beligerantes durante vários séculos (História básica da Alemania moderna, Snyder).
     Em princípios do século 18, Frederico Guillherme I da Prússia, reviveu curso militarista da moderna Alemanha. Fiel a tradição da sua família, os Hohenzollern, de quem a terra e o poderio militar  eram elementos determinantes do poderio nacional, teve o propósito de formar o exercito mais forte e mais preparado da Europa. Quando morreu, a Prússia era considerada como a potência mais militarizada da Europa e uma das mais autossuficientes e prósperas. Seu filho, Frederico, o Grande, converteu a Prússia em um verdadeiro "campo de treinamento" da Europa e numa potência de primeira categoria. Frederico foi um administrador de grande visão, que estabeleceu um governo centralizado e um  serviço civil profissional para governar seu reino em expansão.
     Frederico, o Grande era oportunista e sabia aprender com seus erros. Como rei, "não eram úteis as formas de direito internacional" (ibidem), invadia sem declarar guerra e de pronto inventava um pretexto para sua aventura. A guerra, para ele, era assunto importantíssimo, que devia despachar com a máxima rapidez e eficiência. Para atacar um inimigo mais forte, preferia as táticas que uniam surpresa, astúcia e audácia. Deixava assombrados os seus adversários com sua "capacidade para recuperar-se constantemente e ressurgir". Frederico iniciou seu reinado com humanidade mas terminou transformando-se num desapiedado,  "dono do mundo" como tantos outros, portadores do mesmo nome, seus predecessores.



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quinta-feira, 16 de abril de 2015

O Futuro da Alemanha - Um 4º Reich? - Parte 06





O poder das idéias

     Que motivo levou a Alemanha a mudar drasticamente seu caráter nacional? O que levou a tantos alemães a aceitar o conceito de "raça superior" e as políticas destruidoras do terceiro Reich de Hitler? A resposta se encontra, em parte, na história cultural da Alemanha. Já se disse que o caráter de indivíduos e nações  determina seu destino. O caráter de uma nação se forma segundo as idéias religiosas e filosóficas de sua gente. As ideias e ideologias influenciam a cultura e políticos na Alemanha "talvez mais que em qualquer outra nação da Europa".
     Na mitologia alemã os deuses principais, Thor e Odin ou Wotan, exibem características particulares. Thor é o deus pacifico das estações, mas de outro modo é também considerado o deus da guerra. Ele reúne por sua vez duas personalidades distintas, os "elementos contrastantes da proteção amistosa e de uma irracionalidade obscura e perigosa". Odin é o deus da morte, tormentas e campos de batalha mas também o deus da sabedoria da feitiçaria, exibindo aquela mesma irracionalidade "incalculável e insondável".
Destrói os heróis e protege aos covardes; semeia discórda entre amigos... muda seus afetos e predileções, abandonando a seus amigos quando bem necessitam dele".  No decurso dos séculos, a Alemanha manisfestou a mesma inclinação a mudanças dramáticas e irracionais em seu caráter nacional. Também é digno de nota que mitologia alemã não oferece nenhum propósito ou sentido para a vida. Isto nos deixa indagando qual seja a causa.
     Analisando a orientações filosóficas dos antigos alemães, encontramos ânsia de aventura e amor pela guerra (que) frequentemente os fazia inconscientes das proibições e as considerações compassivas. Torturavam os criminosos... e inescrupulosamente a tratados celebrados com juramento solene" (ibidem).  
     O sentido alemão de honra exaltava a vingança. Na tradição alemã a lealdade, a honra e o heroísmo eram mais importantes que a humildade, a compaixão e a caridade; acentuadas pelo cristianimo. O conflito fundamental entre as influências culturais tradicionais e os princípios judaico-cristão explicam porque as forças teuto-prussianas seguiram rumos diversos dos que tomaram outras nações ocidentais.


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sexta-feira, 10 de abril de 2015

O Futuro da Alemanha - Um 4º Reich? - Parte 05






Origens ocultadas


     Os vizinhos da Alemanha e os responsáveis pela segurança nacional não são os únicos que fazem esta perguntas. Muitos alemães, num esforço por compreender o turbulento passado de sua nação, se indagam "à respeito de sua identidade...quem somos?" (Fisher).
Certo expert em ciências políticas disse: "No sabemos quem somos, essa é a grande icógnita alemã" (Baring).  Mas na verdade existe sim a respostas... escritas nos anais da história, enterradas dentro de lendas transmitidas desde tempos imemoriais, entretecidas dentro de profecias bíblicas que se referem a nossos dias.
     O historiador alemão Hagen Schulze escreveu: "Nossa identidade se explica suficientemente quando se conhece nossa história" (El pasado indomable, Maier). Lamentavelmente, a história alemã tem sido manipulada para ocultar aos olhos dos alemães e do resto do mundo datos cruciais sobre as origens  e as características nacionais a respeito deste povo. Certo historiador comenta: "Nos tempos modernos, as mudanças no campo politico definiram drasticamente a maneira de abordar  o problema das origens alemães" (Los antigos germanos, Todd). 
     Quando a falácia da pureza racial alcançou o auge, certos escritores dissimularam e acobertaram certas influencias externas significativas sobre a formação da cultura alemã. Ele foi absolutamente preciso sobre os finais do século 19 quando surgia o nacionalismo alemão e já era chegado a era nazi.l Não obstante, a história oferece alguns elementos notáveis que ajudam a elucidar a origem e as características do caráter alemão. Ligados a profecia bíblica, estes elementos nos abrem uma janela de revelação divina sobre o futuro da Alemanha.
     As fontes históricas indicam que as tribos alemãs são descendentes de povos indoeuropeus que emigraram de terras ao redor do mar Negro e do mar Cáspio, que eram "vizinhos dos hebreus" (Historia natural, Plinio, livro 4,12). Júlio César (ano 60 A.C) chamou de germani certas tribos que habitavam as margens do RIn (Enciclopedia Británica, Edição 11, Todd). Tácito declara que os varões alemães não "valorizavam a paz" e a substituíam por atividades belicosas. De acordo com antigas referências, "a sociedade alemã era uma sociedade guerreira, uma sociedade disposta para a guerra" e representava uma ameaça ao exército romano.
     A história revela claramente que as tribos alemãs absorveram os costumes romanos: Imperialismo, totalitarismo e a religião de um império "cristianizado"; e que se converteram em "herdeiros de Roma" no auge do Sacro Império Romano sobre Carlos Magno e os reis alemães. Hoje não devemos nos surpreender ao ver a Alemanha dirigindo a unificação da Europa. Tal ideia tem participado do legado cultural alemão desde dois mil anos!

(Continua no próximo post).




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domingo, 22 de março de 2015

O Futuro da Alemanha - Um 4º Reich? - Parte 04

     







                                   
  


     Diversos autores mencionaram este fenômeno preocupante das "mudanças alemãs". Quando Barzini visitou Berlim em princípios dos anos 1930, como correspondente de guerra, viu uma cidade que era a "capital artística da Europa repleta de exibições de arte de vanguarda e todo tipo de experimentos". Vários anos depois, quando os nazis haviam tomado o poder, encontrou-se com uma cidade bem diferente, cheia de homens vestidos de uniformes imaculados, homens de negócio, mulheres e famílias chic. Barzini então comenta:" Vi um pais estranhamente maleável que recebeu uma nova forma nas mãos dos nazis".      E prosseguindo ele:" O que mais impressionava era os jovens rostos, saudáveis, dos soldados, os olhos deslumbrantes e de fanática fé a marchar entoando hinos marciais, entre os quais um intitulado: "Hoje temos a Alemanha, amanhã o mundo".
     Esta tendência a transformação militarista é o aspecto mais inquietante do povo alemão. Os soldados alemães saíram marchando da Alemanha  através da Europa como "uma máquina de guerra inexorável, incomparável" várias vezes na história. A Segunda Guerra Mundial, "a mais alemã de todas as guerras" custou 50 milhões de vidas. Iniciou em 1939 quando Hitler rompeu seus acordos com países vizinhos. Os tanques Panzer encabeçaram a blitzkrieg (guerra relâmpago) alemã. Os novos submarinos alemães a espreita sob as águas do mar e uma tática de manadas de lobos, e os novos foguetes V2 derramavam morte e destruição sobre a Inglaterra. Milhões de judeus, checos e poloneses foram deportados para a Alemanha, onde eram obrigados a trabalhar como escravos nas fábricas e a morrer vítimas de genocídio.
     A máquina de guerra alemã da Segunda Guerra Mundial não tem comparação na civilização ocidental moderna pela  eficiência, capacidade destruidora e brutalidade. Numa perspectiva histórica, "o terceiro Reich se converteu na personificação da barbárie humana" (Los neonazis y la reunificación alemana); ele lança uma pergunta instigante: Porque a Alemanha se deteriorou deste modo, chegando a cair na tirania? De onde vieram estas tendências? Poderiam outra vez ocorrer?


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quarta-feira, 11 de março de 2015

O Futuro da Alemanha - Um 4º Reich? - Parte 03

       







             Muitos supõem que é impossível predizer o futuro dentro do complexo âmbito das relações internacionais. Mas, estão equivocados. A Bíblia traça os caminhos da historia mundial futura predizendo atos de nações especifica. Uma chave para compreender a profecia bíblica é poder identificar as nações em questão. As características de cada nação através dos séculos nos oferecem chaves importantes. A Alemanha pode ser identificada nas profecias bíblicas e é possível saber o que vai lhe suceder futuramente. Esta identidade é surpreendente e indicativa de coisas graves a curto prazo. Porém o desenlace final, como parte do plano divino para a humanidade, será verdadeiramente extraordinário.
   O que inquieta a muitos observadores experientes, é que aquele pais tão dotado e tão excepcional, de outro lado tem inclinações singulares e sinistras. A Alemanha já foi descrita como "um país de inícios prometedores, mudanças dramáticas e crises inesperadas".  E ainda como "um pais com uma série interminável de princípios surpreendentes e finais também surpreendentes" (Baring). Muitos alemães temem que um crise vindo a tona isto faria com que seu pais já unificado desse um passo atrás. Isto faria com que seu pais retrocedesse na continuidade de sua história. Aquela história, visto desde uma perspectiva secular, revela uma marcante tendência a sofrer periódicas e dramáticas transformações de caráter nacional.  Os visitantes de certa época passada descreve a Alemanha como um pais de poetas, filósofos e paisagens belas e admiráveis; mas, em outra época, se converte de modo inesperado em uma "nação de guerreiros" (Schoenbaum) e de conquistadores brutais e eficientes.

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sábado, 28 de fevereiro de 2015

O Futuro da Alemanha - Um Quarto Reich? - parte 02









     Que rumo tomará a Alemanha? 

    Que papel cumprirá a Alemanha neste século 21? Veremos uma Alemanha se amoldando ao resto da Europa, integrando-se dentro de um continente unido? Ou, quem sabe, intentará apoderar-se outra vez da Europa? Uma Alemanha mais poderosa, mais imponente será amiga dos países ocidentais, incluindo os Estados Unidos? O retorno da Alemanha para uma condição de poder na Europa , mais uma vez traz à tona o problema alemão. Quem são os alemães? Como adquiriram suas notáveis características? O que o futuro tem preparado para esta nação?
Tais perguntas talvez pareçam desnecessárias para as gerações que vieram depois da guerra? Entretanto esta nação européia sempre foi uma democracia estável. boa vizinha e não incomodou mais o mundo por mais de 60 anos. Baseado no que a Alemanha alcançou neste último meio século, há os que asseguram que as perspectivas de uma nação alemã poderosa e pacífica são promissoras.
Supostamente, os alemães já não tem grandes ambições de poder porque "as lições deixadas pelas duas grandes guerras foram aprendidas" (La Nueva Posición de Alemania en Europa, Baring).
É possível, sem dúvida, que idéias tão otimistas como estas resultem míopes e inexatas. Outros profundos observadores, que tem mais memória estão inquietos. Poderia uma Alemanha unificada converter-se num "gigante livre de algemas, um quarto Reich, um império alemão?" (Alemania e Europa, Marsh). Um antigo correspondente em Bonn e Berlim vê a Alemanha "como o país mais perturbado, poderoso, promissor, e temeroso da Europa" (Después del muro, Fischer). O colunista italiano Luigi Barzini destacou a tendência alemã em efetuar mudanças repentinas e inesperadas. Advertiu que "é importante vigiar o Proteus alemão (deus grego do mar que assumia diversas formas) na tentativa de compreender a forma provável de coisas porvir...suas decisões poderiam trazer outra vez escuridão para a Europa e todo o mundo" ( Los europeos, Barzini).

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

O Futuro da Alemanha - Um Quarto Reich?




O que o futuro tem preparado para a Alemanha? A profecia bíblica e a história alemã nos revelam as chaves para este mistério!


     A Alemanha é uma terra de mistérios...! E de milagres também! Um dos aspectos mais surpreendentes do povo alemão é sua incrível recuperação e transformação social depois do fim da II Guerra Mundial. Em 1945 a nação inteira, que apenas 12 anos antes intentava dominar a Europa e o mundo, jazia prostada e derrotada.  As cidades alemãs estavam reduzidas a escombros. A indústria e a economia estavam destruidas. Porém, assim como os alemães foram muito capazes de destruir e autodestrui-se, se mostraram igualmente aptos no labor de recuperar-se e ressurgir incólume das cinzas. Hoje as cidades alemãs reconstruidas vibram intensamente. A economia alemã e uma das mais  poderosas do mundo. A Alemanha militarizada dos nazis se transformaram em uma pacífica democracia. Há 62 anos isto era inimaginável.
     Outro fenômeno incrivel foi a repentina e inesperada reunificação da Alemanha Oriental e Ocidental no final de 1989. Este acontecimento tão surpreendente unificou 80 milhoes de alemaes no coração da Europa. Mesmo que os céticos duvidem, lia-se nos jornais alemães também a noticia de que isto foi uma "obra de Deus" e não apenas obra de algum político. Quando o seculo 20 chegava ao seu fim, a Alemanha então se revelava como a nação mais poderosa da Europa, a mesma posição que ocupou no inicio deste século! "Não nos surpreendamos com isto", comentou um especialista, "que os alemães contemporâneos sintam, como sentiram seus antecessores em 1900, que o novo século vos pertence" (La comedia alemana, Schneider).
     Quem é este povo extraordinário; o povo alemão? O que há por trás de sua recuperação milagrosa e seu incrível progresso? A maioria dos eruditos reconhecem que a "Alemanha é um dos maiores centros culturais da Europa e que as conquistas alemãs em arquitetura, música, literatura e filosofia se contam entre os marcos da civilização! (Los nuevos alemanes, Radice). Os grandes compositores Bach, Bethoveen e Richard Strauss eram alemães. Johannes Gutemberg imprimiu o primeiro livro com caracteres móveis por volta do ano de 1456. As idéias de Martinho Lutero deram origem a Reforma Protestante. Os filósofos e teólogos alemães tem influenciado determinantemente o clima intelectual do Ocidente. No âmbito acadêmico, "desde a Astronomia até a Zoologia, os alemães não somente promoveram, além disso, praticamente definiram as ciências naturais" (La Cuestión Alemana y Otras Preguntas Alemanas, Shoenbaum). A engenharia alemã é sinônimo de precisão e qualidade em todo o mundo. A entrada da Alemanha no desenvolvimento da civilização ocidental é algo quase sem igual!


Que rumo tomará a Alemanha?

     Que papel cumprirá a Alemanha neste século 21? Veremos uma Alemanha se amoldando ao resto da Europa, integrando-se dentro de um continente unido? Ou, quem sabe, intentará apoderar-se outra vez da Europa?

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