sexta-feira, 10 de abril de 2015

O Futuro da Alemanha - Um 4º Reich? - Parte 05






Origens ocultadas


     Os vizinhos da Alemanha e os responsáveis pela segurança nacional não são os únicos que fazem esta perguntas. Muitos alemães, num esforço por compreender o turbulento passado de sua nação, se indagam "à respeito de sua identidade...quem somos?" (Fisher).
Certo expert em ciências políticas disse: "No sabemos quem somos, essa é a grande icógnita alemã" (Baring).  Mas na verdade existe sim a respostas... escritas nos anais da história, enterradas dentro de lendas transmitidas desde tempos imemoriais, entretecidas dentro de profecias bíblicas que se referem a nossos dias.
     O historiador alemão Hagen Schulze escreveu: "Nossa identidade se explica suficientemente quando se conhece nossa história" (El pasado indomable, Maier). Lamentavelmente, a história alemã tem sido manipulada para ocultar aos olhos dos alemães e do resto do mundo datos cruciais sobre as origens  e as características nacionais a respeito deste povo. Certo historiador comenta: "Nos tempos modernos, as mudanças no campo politico definiram drasticamente a maneira de abordar  o problema das origens alemães" (Los antigos germanos, Todd). 
     Quando a falácia da pureza racial alcançou o auge, certos escritores dissimularam e acobertaram certas influencias externas significativas sobre a formação da cultura alemã. Ele foi absolutamente preciso sobre os finais do século 19 quando surgia o nacionalismo alemão e já era chegado a era nazi.l Não obstante, a história oferece alguns elementos notáveis que ajudam a elucidar a origem e as características do caráter alemão. Ligados a profecia bíblica, estes elementos nos abrem uma janela de revelação divina sobre o futuro da Alemanha.
     As fontes históricas indicam que as tribos alemãs são descendentes de povos indoeuropeus que emigraram de terras ao redor do mar Negro e do mar Cáspio, que eram "vizinhos dos hebreus" (Historia natural, Plinio, livro 4,12). Júlio César (ano 60 A.C) chamou de germani certas tribos que habitavam as margens do RIn (Enciclopedia Británica, Edição 11, Todd). Tácito declara que os varões alemães não "valorizavam a paz" e a substituíam por atividades belicosas. De acordo com antigas referências, "a sociedade alemã era uma sociedade guerreira, uma sociedade disposta para a guerra" e representava uma ameaça ao exército romano.
     A história revela claramente que as tribos alemãs absorveram os costumes romanos: Imperialismo, totalitarismo e a religião de um império "cristianizado"; e que se converteram em "herdeiros de Roma" no auge do Sacro Império Romano sobre Carlos Magno e os reis alemães. Hoje não devemos nos surpreender ao ver a Alemanha dirigindo a unificação da Europa. Tal ideia tem participado do legado cultural alemão desde dois mil anos!

(Continua no próximo post).




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