quarta-feira, 29 de maio de 2013

Que lógica existe em Deus?






Nenhuma! Não existe qualquer lógica em um Deus que escolhe as coisas loucas deste mundo para ensinar e envergonhar as sábias! Quem tenta encontrar respostas científicas sobre Deus, mensurá-lo, codificá-lo e medi-lo empiricamente só encontrará no final deste caminho surpresa e frustração.

O Deus a respeito de quem Paulo, o apóstolo, declarou "Quão insondáveis são os seus juízos, e inescrutáveis os seus caminhos! Quem conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro?" não pode ser enclausurado e amarrado por respostas meramente humanas ou ritualísticas.

Não sei por quais motivos Deus permite que pessoas boas vão-se embora de maneira trágica e triste, enquanto uma infinidade de pessoas que gastam suas vidas se dedicando à maldade continuam aparentemente impunes. A lógica humana inverteria essa proposta, mas parece que Deus não liga para a lógica humana ou tenha uma resposta muito mais complexa e emaranhada para dar que a gente não consegue entender.

Talvez seja como tentar explicar para uma criança de dois anos os conceitos mais profundos da física quântica.

O fato é: não existe teoria que explique satisfatória e definitivamente porque Deus age assim.

Essa mania que Deus tem de amar insistentemente o homem e perdoá-lo, ainda que seja o mais terrível dos homens, derruba toda a lógica atribuída a Deus. A Graça e o Perdão oferecidos por Deus ao homem mau desconstrói todo o arquétipo que se tem, desde a antiguidade, da divindade que exige sacrifícios humanos para aplacar sua ira.

Definitivamente, as religiões tentam, mas não conseguem explicar Deus. Vejo as mais variadas figuras sacerdotais e institucionais tentarem segurar Deus dentro da sua pequena dimensão de mundo e filosofia da religião, mas Deus não se deixa ser segurado. Ele escapa sempre do controle da religião.

No entanto, a despeito de todas estas coisas, Deus é simples! Mais simples do que tentar dar respostas sobre ele ou o seu significado racional. O segredo do encontro sem explicação com Deus é a rendição, o coração humilde que não exige respostas, mas ama apesar de não entender. Quer apenas viver e descansar Nele... E se satisfaz no encontro.

É como quem namora. Quem ama não se pergunta pelos "porquês", mas admira o encontro, o olhar, o carinho, o aconchego.

O Deus revelado em Jesus, não o Jesus imposto pela religião, mas o Jesus amigo, companheiro, Deus conosco, Príncipe da Paz, Pai da Eternidade, Conselheiro, não pode ser definido por teorias da religião, mas somente vivido e experimentado no abraço e nas mãos dadas com o irmão que caminha ao nosso lado.

Conhecemos Deus na mesma medida e intensidade que nos conhecemos mutuamente e nos deixamos ser conhecidos. Provavelmente, por isso Jesus tenha dito: "onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estarei". Embora Deus ouça nossas orações feitas solitárias em nossos quartos, é no convívio em comunidade que praticamos sua presença.

O perdão que recebemos de Deus é praticado e "devolvido" ao nosso irmão diariamente, setenta vezes sete, se for preciso. Porque Deus nos perdoará da mesma forma que perdoamos aqueles que nos ferem.

O Deus que a ciência tenta encontrar solitário nos tubos de ensaio está explicitamente revelado na oração de bondade gratuita que se faz por um amigo enfermo ou pelo consolo entregue a quem chora ou sente fome.

A revelação de Deus não depende do templo ou do ritual, não depende da oferta que se faz, não depende de sacrifícios nem de lugares e horas marcadas.


O Deus da vida, que fala sem som e fora das religiões, o abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!



Nota importante:
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