quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Confissão Positiva - O que é?

Conheça os atributos da Confissão Positiva.



l- Sua origem.
A Confissão Positiva é uma adaptação, com roupagem cristã, das idéias do hipnotizador e curandeiro Finéias Parkhurst Quimby (1802-1866). Os quimbistas criam no poder da mente, e nega­vam a existência da matéria, do so­frimento, do pecado e da enfermi­dade. Deles surgiram vários movi­mentos ocultistas como o Novo Pen­samento, as seitas Ciência da Mente e Ciência Cristã, de Mary Baker Eddy. Seus promotores procuram se pas­sar por cristãos evangélicos (v. 15).
2. Principal fundador: Essek W. Kenyon.
Essek William Kenyon, é reconhecido hoje como o pai do Movimento Confissão Positiva, também conhecido como Teologia da Prosperidade, Palavra da Fé ou Movimento da fé, pois influenciou Kenneth Hagin. Nasceu em 1867 e faleceu em 1948. Converteu-se aos 17 anos numa reunião de oração Metodista, só se tornando membro aos 19 anos, em Janeiro de 1886, e deu seu primeiro sermão no mesmo ano na Igreja Metodista. Dois anos depois trabalhou viajando como vendedor de órgãos e pianos.

Afastou-se gradualmente da fé tornando-se agnóstico, em Kenyon 1892 ingressou na Faculdade de Oratório de Emerson, Boston. Casou-se com Evva Spurling, também agnóstica, em 8 de maio de 1893. 


O movimento surgiu de forma gradual por meio de Essek William Kenyon (1867-1948). Kenyon, aproveitando-se dos concei­tos de Mary B. Eddy, empenhou-se em pregar a salvação e a cura em Jesus Cristo. Dava ênfase aos textos bíbli­cos que falam de saúde e prosperida­de, além de aplicar a técnica do po­der do pensamento positivo. Kenyon, que pastoreou várias igrejas e fundou outras, não era pentecostal. Ele foi in­fluenciado pelas seitas Ciência da Mente, Ciência Cristã e a Metafísica do Novo Pensamento. Hoje, é reconheci­do como o Pai do movimento Confis­são Positiva, tendo exercido forte in­fluência sobre Kenneth Hagin.
3.  Principal divulgador: Kenneth Hagin.
Nasceu em 1917 com problema de coração e ficou inválido durante 15 anos. Em 1933, converteu-se ao evangelho e, no ano seguinte, o Senhor Jesus o cu­rou. A partir de então, começou a pregar. Ele recebeu o batismo no Espírito Santo em 1937. Estudan­do os escritos de Kenyon, divulgou-os em livros, cassetes e seminários, dando sempre ênfase à confissão positiva. Em 1974, fundou o Cen­tro Rhema de Adestramento Bíbli­co, em Oklahoma.

II. FONTES DE AUTORIDADE
1. Revelação ou inspiração de seus líderes.

 Hagin fazia dife­rença entre as palavras gregas rhëma e logos, pois ambas signifi­cam “palavra”. Ainda hoje, os segui­dores dessa crença afirmam que logos é a palavra de Deus escrita, a Bíblia; e rhëma, a palavra falada por Deus em revelação ou inspiração a uma pessoa em qualquer época. Desse modo, o crente pode repetir com fé qualquer promessa bíblica, aplicando a sua necessidade pesso­al e exigir o seu cumprimento.
2. Confissão positiva do crente.
Os adeptos da Confissão Po­sitiva crêem ser a Bíblia a inerrante e inspirada Palavra de Deus, mas não a única, pois admitem que a palavra do crente tem a mesma autoridade. Para eles, as fontes de autoridade são: a Bíblia, as revelações de seus líderes e a palavra da fé. O crente deve declarar que já tem o que Deus prometeu nos textos bíblicos e, tal confissão, confirmar-se-á. A confissão negativa é reconhecer a presença das condições indesejáveis. Basta negar a existência da enfermidade e ela simplesmente deixará de existir. É a doutrina de Quimby, da Ciência Cristã e do Movimento Nova Era.
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