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sábado, 28 de fevereiro de 2009

O DESENHO MONOCROMÁTICO



O desenho é visto por muitos como pura obra de monocromia – o lápis de cor, o bico de pena e nanquim ou o carvão. Outrora , muitos desenhos eram em uma única cor, ou até mesmo em duas, isso porque geralmente os materiais coloridos para desenho, exceto o pastel, não eram considerados, até pouco tempo, da cena artística. Hoje existem diversos, os quais veremos logo em seguida. Por conseguinte, já que a maioria das pessoas começa a desenhar com materiais monocromáticos, vamos dar uma primeira olhada nestes.

LÁPIS




São usados basicamente como ferramenta de desenho, os quais são considerados mui delicados e práticos. Muitos artistas deixariam de sê-lo sem o uso destes. Os lápis são feitos de grafite, uma forma de carvão. No século 18 eles começaram a ser fabricados, quando descobriram uma mina de carvão no norte da Inglaterra. São construídos em diversas graduações, do 8B, que bem macio, ao 4H, este já bem duro e apagado para realizar um desenho simples. Para quem quiser iniciar no desenho o ideal é usar um HB, um 2B e um 4B.

LÁPIS CONTÉ



Estes são bastões quadrados, na consistência assemelham-se ao pastel duro. São feitos em uma seleção de cores “terra” - marrons e marrom-avermelhado - como também em preto e no branco. Eles tem um efeito mais arrojado do que os lápis, ótimos para construir linhas mais nítidas, e decisivas, e para áreas de cor escura e sólida, já que é possível serem apontados ou quebrados, para podermos usa-los lateralmente. Porém uma característica digamos até inconveniente é que o lápis Conte não é tão fácil de se apagar.

CARVÃO



O carvão é considerado o meio monocromático mais popular. Os professores o recomendam aos seus alunos para que usando possam produzir um desenho de formas arrojadas e desinibidas. Para a sua fabricação usam-se gravetos de madeira queimados, tais como o salgueiro, vendido em diversas espessuras. As correções só poderão ser feitas esfregando-se para fora, por que ele borra bastante. Porém, isto faz com ele seja um tanto inadequado para realizar desenhos menores, deixando vantagem para o lápis que se presta melhor em cadernos de esboço.
O carvão comprimido também é apresentado em forma de bastão e de lápis. Apresenta um preto mais profundo e rico do que os carvões comuns, no entanto seja mais difícil de apagar.

BICO DE PENA, NANQUIM E PINCÉIS

         

Há um imenso número de tipos de canetas. Das modernas hidrográficas com ponta de feltro ou fibra, passando pelas “antigas” como aquelas de ponta de aves até a caneta tinteiro. Quem sabe seja mais ousado iniciar com o bico de pena utilizando a madeira ou o plástico de preço moderado, com um conjunto de pontas diferentes e inter-relacionadas. Isto pode ajudar o artista a praticar sua “grafia” em nanquim e pena. A pena sempre foi um dos meios favoritos para muitos artistas.
Temos a nossa disposição no mercado uma variedade imensa de nanquins, divididos em dois tipos básicos: o solúvel em água, e à prova d’água, esta última tendo como base a goma laca ou o acrílico. A tinta solúvel pode ser diluída em água, sendo, deste modo, usada em desenhos à base de cinzas e pretos. A tinta à prova de água jamais será usada em canetas com reservatório, porque poderão ficar entupidos. Já as canetas com pontas em feltro e fibra são fabricadas nas duas versões, à prova de água e solúvel em água – verifique na loja especializada em arte de sua preferência, já que nem sempre elas vêm rotuladas. Os pincéis não são uma necessidade, mas são instrumentos sensíveis para se desenhar, produzindo traços expressivos.
Então! Mãos à obra e que bons desenhos sejam o fruto do teu
esforço.

Pinura nanquim


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